terça-feira, 23 de julho de 2024

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Chega de Petrolão, Mensalão e rachadinha, diz Moro ao se filiar ao Podemos

Ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Sérgio Moro assinou ficha de filiação ao Podemos e já se colocou à disposição para disputar a Presidência da República em 2022.
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Moro

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro oficializou, nesta quarta-feira (10), a filiação dele ao Podemos. Em discurso, Moro se colocou à disposição para concorrer às eleições de 2022, seja como senador ou presidente da República. O ex-juiz resgatou os planos do pacote anticorrupção, defendeu o combate às drogas e o fim do foro privilegiado.

“Esse não é um projeto pessoal de poder, mas sim um projeto de país. Nunca tive ambições políticas, quero apenas ajudar. Se, para tanto, for necessário assumir a liderança nesse projeto, meu nome sempre estará à disposição do povo brasileiro. Não fugirei dessa luta, embora saiba que será difícil”, disse.

O ex-ministro deverá definir sua posição de candidatura nos próximos meses. O discurso, no entanto, foi de presidenciável. Moro falou de questões como combate à pobreza, segurança pública, educação, saúde e, claro, corrupção. Moro também fez críticas aos governos do PT e de Jair Bolsonaro, ao qual serviu. “Chega de corrupção, chega de mensalão, chega de petrolão, chega de rachadinha. Chega de querer levar vantagem em tudo e enganar a população”, discursou.

Moro, que teve sua atuação na Lava Jato contestada, com a anulação de condenações do ex-presidente Lula, fez menção ao petrolão. “A Petrobras foi saqueada, dia e noite, por interesses políticos, como ‘nunca antes na história deste país’. Apartamentos forrados de dinheiro roubado em espécie, e uma persistente recessão provocada pelos mesmos governos que permitiram tudo isso, com as pessoas comuns desempregadas e empobrecendo”, disse.

O ex-juiz disse que entrou para o governo Bolsonaro por acreditar que aquele era um momento de mudança no país. Depois de enaltecer sua participação à frente do Ministério da Justiça, em 2019, Moro disse que foi boicotado pelo governo.

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Com informações do Congresso em Foco

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