quarta-feira, 23 de setembro de 2026
BIOECONOMIA

Centro de Bionegócios da Amazônia completa 1º ano como organização independente

COMPARTILHE
Sede do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA).
Sede do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA).

Agora vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e gerido pela Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (FUEA), o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) completou seu primeiro ano de funcionamento como uma organização independente nesta quinta-feira (25/7).

Durante esse período, o CBA firmou parcerias importantes com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), para a implementação de projetos inovadores e o fortalecimento da gestão compartilhada do centro.

O centro tem realizado diversos estudos sobre a biodiversidade da Amazônia e suas aplicações práticas. Entre os destaques estão pesquisas sobre:

  • Microorganismos: Utilização para produzir fertilizantes naturais.
  • Resíduos Agrícolas: Desenvolvimento de embalagens sustentáveis.
  • Microalgas: Produção de produtos à base de plantas.

O CBA também tem investido na capacitação das comunidades locais por meio de oficinas. Um exemplo é o curso de Boas Práticas de Manipulação e Extração de Óleos Essenciais, oferecido à Associação das Mulheres Agroextrativistas do Médio Juruá, em Carauari.

Essas iniciativas ajudam as comunidades a adquirir novas habilidades e conhecimentos, fortalecendo a economia local.

Além disso, o CBA vem se reaproximando da indústria e instituições de pesquisa. Gestores e pesquisadores de organizações como Embrapa, INPA, BNDES, Natura e Samsung visitaram o CBA para conhecer seus laboratórios e projetos inovadores.

Diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, em reunião com gestores do centro (Foto:Divulgação)

Para o diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, a conquista da personalidade jurídica própria foi um passo essencial para a autonomia e crescimento do CBA.

“É preciso buscar conexões com instituições que detêm expertise nesse processo de incentivo e fortalecimento dos novos negócios, sobretudo no âmbito da biodiversidade amazônica. Nos aproximamos da indústria e das instituições de fomento apresentando o portfólio de projetos e serviços os quais o CBA está apto a desenvolver, bem como aqueles que já estão em nossas bancadas prontos para se tornarem produtos e posteriormente negócios sustentáveis”, destacou Miranda.

O CBA planeja continuar evoluindo sua abordagem de gestão compartilhada, colaborando com entidades e comunidades locais para desenvolver a bioeconomia na Amazônia. A meta é integrar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental, buscando soluções que valorizem a rica biodiversidade da região.

*Com informações da assessoria

Leia Mais:

COMPARTILHE