quarta-feira, 23 de setembro de 2026

As apostas no “novo” CBA: rebatizado de Centro de Bionegócios da Amazônia

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Sede do CBA, em Manaus
Centro de Bionegócios da Amazônia está apto, desde dezembro, a receber investimentos via lei de PD&I

Com o foco na geração de emprego e renda, o CBA deu, nesta terça-feira (25), um passo importante para desenvolver a cadeia da bioeconomia na Amazônia com a assinatura do seu contrato de gestão.

Antes nomeado de Centro de Biotecnologia da Amazônia, o agora Centro de Bionégócios da Amazônia é a aposta da vez para alavancar o desenvolvimento sustentável da região por meio da criação de novos negócios baseados nos recursos naturais.

A assinatura do contrato de gestão com o pool de entidades, capitaneado pela Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (FUEA), aconteceu nesta manhã, em Manaus, e contou com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin.

O secretário de Economia Verde e presidente do Conselho de Administração do novo CBA, Rodrigo Rollemberg, disse ao RealTime1 que o pleno funcionamento do centro é um sonho de muitos anos não só da sociedade da Amazônia, mas de todo do Brasil.

“Com essa personalidade jurídica própria, com mais flexibilidade e agilidade, vai poder receber recursos públicos e privados e transformar essa imensa biodiversidade em produtos e negócios que gerem emprego, renda e melhor qualidade de vida para a população”, disse.

Rollemberg disse que, para este ano, foram empenhados R$ 7,95 milhões para garantir o funcionamento do centro. “As metas até o final deste ano são administrativas, elaborar o regulamento de compras, o regimento interno, as formas de contratação. Isso para que, a partir do ano que vem, a gente tenha metas quantitativas de patentes, de realização de negócios, de atração de pesquisadores”, destacou.

O novo gestor do CBA e diretor da FUEA, Elias Araújo, disse que, com a assinatura do contrato de gestão, “a Amazônia entra, de forma definitiva e exuberante, entra no contexto da economia verde”.

O superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, disse que, enquanto esteve vinculado à Superintendência da Zona Franca de Manaus, o CBA funcionou “meia boca” ou não funcionou. “A Suframa não é órgão de pesquisa, mas de desenvolvimento. Agora, com sua vida ‘livre’, o CBA poderá receber recursos para fazer desenvolvimento de ciência, pesquisa, transformando o nosso potencial em emprego e renda”.

Assista na íntegra:

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