A Biozer da Amazônia, referência em pesquisa com bioativos amazônicos, está representando o Polo Industrial de Manaus (PIM) na Jornada Exportadora ApexBrasil 2025. O evento acontece desde o dia 23 e vai até 29 de abril, e a indústria manauara participa de rodadas de negócios, visitas técnicas e encontros estratégicos com compradores de Bogotá (Colômbia) e Lima (Peru), com o objetivo de posicionar sua marca Simbioze no mercado global e expandir as vendas de cosméticos sustentáveis.
A Biozer da Amazônia, indústria farmacêutica situada no Polo Industrial de Manaus, está aproveitando a Jornada Exportadora ApexBrasil para estreitar laços comerciais com mercados internacionais e expandir sua atuação no setor de cosméticos naturais.
A missão, representada pelo CEO Danniel Pinheiro e pelo Head de Internacionalização Paulo Elvas, visa apresentar os produtos da Simbioze, linha 100% natural, vegana e certificada, a novos mercados da América Latina.
Danniel Pinheiro, eleito para a Forbes Under 30 em 2022, destacou a combinação única de ciência, tecnologia e biodiversidade amazônica que a Biozer leva a outros países.
“Nosso objetivo é gerar desenvolvimento sustentável, valorizando as cadeias extrativistas locais e oferecendo produtos de alto valor agregado”, afirmou o CEO.
Expansão internacional e certificações globais
A participação na Jornada Exportadora é parte do plano de expansão internacional da Biozer, que já possui certificações como Halal, ECOCERT Cosmos Natural e Eureciclo.
Essas certificações são fundamentais para atender aos requisitos exigidos por distribuidores e redes de varejo fora do Brasil, consolidando a empresa no mercado global.
A Biozer continua a expandir sua presença internacional, visando oferecer cosméticos sustentáveis para um público cada vez mais exigente em relação à qualidade e impacto ambiental dos produtos que consome.
Compromisso ESG e impacto social na Amazônia
Além de buscar novos mercados, a Biozer mantém um compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade social. A empresa fortalece sua bioeconomia ao trabalhar com comunidades extrativistas no Amazonas, oferecendo capacitação em boas práticas de fabricação, segurança no trabalho e gestão de resíduos.
“Cada exportação representa mais renda para as comunidades amazônicas e mais preservação da floresta em pé”, explicou Paulo Elvas, responsável pela estratégia de internacionalização.
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