O representante do Departamento de Comércio do Consulado-Geral dos Estados Unidos da América, em São Paulo, Thales Demarchi, afirmou, durante visita ao Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), que são grandes as possibilidades do setor privado brasileiro estabelecer parcerias com empresas norte-americanas para desenvolver a indústria local e a bioeconomia.
“Nós vamos, ao longo desses dois dias, ver muitas atividades que o Estado desenvolve para a área de bioeconomia e para a indústria. E para nós do governo americano, isso é muito importante, buscar parcerias entre o nosso setor privado e o setor privado brasileiro para desenvolver mais a indústria brasileira, desenvolver novas parcerias entre os dois países e mais prosperidade econômica para os dois países”, ressaltou Demarchi.
O diplomata participa de uma série de atividades de prospecção de negócios em Manaus organizada pelo Escritório de Representação do Estado do Amazonas em São Paulo (ERGSP).
Na agenda, que segue nesta quinta-feira (23), há momentos de interação, visitas institucionais e debates sobre projetos voltados para bioeconomia, indústria e inovação, com o objetivo de fortalecer parcerias estratégicas no Amazonas.
No CBA, o secretário-executivo de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Jeibi Medeiros, destacou que as discussões foram focadas no fortalecimento de parcerias para promover a bioeconomia e impulsionar negócios sustentáveis na região.
“Trouxemos a representação da Embaixada Americana e da Suframa para debater o fomento à bioeconomia e aos negócios sustentáveis no Amazonas. Estamos empenhados, especialmente neste contexto de COP30 e da construção do nosso plano de bioeconomia”, destacou Medeiros.
O chefe do ERGSP, Alfredo Lins, o retorno imediato das agendas está relacionado a apresentar diversas possibilidades de negócios de alto potencial de conversão, considerando os interesses do visitante, apresentando assim a vitrine amazônica de oportunidades, buscando expandir não só apenas as relações comerciais, mas também buscar parcerias em outros setores, como energético, mineração, tecnologia e etc.
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