terça-feira, 22 de setembro de 2026

Asfalta Amazonas ultrapassa R$ 1,5 bilhão e amplia obras em 32 municípios

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O Governo do Amazonas mantém frentes de trabalho ativas no interior do estado com o Programa Asfalta Amazonas. Na fase atual, 32 municípios estão sendo atendidos.

Executado pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), ligada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb), o programa inclui recapeamento asfáltico, construção de calçadas, meio-fio, sarjetas e sinalização viária.

Desde o início do programa, em 2021, os investimentos somam R$ 1,53 bilhão, consolidando a maior ação de pavimentação urbana já executada no interior.

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Nesse período, foram firmados 41 convênios e executados 15 contratos de forma direta, beneficiando 38 municípios.

O volume aplicado chega a R$ 879,9 milhões, garantindo a execução de cerca de 1.000 quilômetros de vias e ramais. Do total investido, R$ 216,2 milhões foram destinados à capital e R$ 663,6 milhões ao interior.

Obras em andamento e novas frentes

A etapa atual, iniciada em julho de 2024, prevê a pavimentação ou recuperação de 775,72 quilômetros de vias e ramais, com investimento estimado em R$ 650,9 milhões. Em 17 municípios, as obras já estão em andamento.

Em 11 cidades, os serviços são executados diretamente pelo Estado: Boa Vista do Ramos, Novo Aripuanã, Coari, Tapauá, Anori, Urucurituba, Barreirinha, Manacapuru, Apuí, Lábrea e Boca do Acre.

Em outras 6, as obras ocorrem por meio de convênios com as prefeituras: São Gabriel da Cachoeira, Rio Preto da Eva, Eirunepé, Canutama, Humaitá e Envira.

Outros 15 municípios devem iniciar os serviços em breve. Fonte Boa, Santo Antônio do Içá, Alvarães, Pauini, Beruri e Maués já têm ordens de serviço assinadas.

Também firmaram convênios Carauari, Manicoré, Autazes, Santa Isabel do Rio Negro, Tefé, Uarini, São Paulo de Olivença, Barcelos e Benjamin Constant.

A pavimentação impacta diretamente o funcionamento das cidades. Ruas em más condições comprometem o tráfego, elevam o custo do transporte, aumentam o desgaste de veículos e afetam a produtividade. Com a melhoria viária, serviços como saúde, educação, segurança e transporte passam a operar com mais eficiência.

Além do efeito urbano, o programa movimenta a economia local, gera empregos diretos e indiretos, fortalece a construção civil e contribui para a valorização imobiliária.

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