quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Amazonas bate recorde de trabalhadores com carteira assinada em agosto

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(Foto/ Divulgação)

O Amazonas bateu um novo recorde no número de trabalhadores com carteira assinada em agosto de 2025, chegando a 569.128 empregos formais.

Os dados, organizados pelo Grupo de Pesquisas em Finanças e Inovação da Ufam a partir do Caged, mostram que o estado vem registrando crescimento constante desde janeiro de 2023, quando eram 494,2 mil vínculos.

Desde abril de 2023, os vínculos formais não pararam de crescer: em dezembro de 2024 eram 553,8 mil, e apenas nos primeiros oito meses de 2025 houve acréscimo de mais 18 mil empregos.

Setores que impulsionam o emprego

Em agosto, o Comércio liderou a criação de vagas, com 842 novas contratações, seguido por Indústria (646) e Serviços (540). Outros setores como Construção e Agro geraram 609 empregos, totalizando 2.637 novas oportunidades no mês e 18.415 no acumulado de janeiro a agosto.

No ano, o setor de serviços continua sendo o maior gerador de empregos com 250 mil postos, seguido pela indústria do Polo Industrial de Manaus (133 mil) e pelo comércio (131 mil). Agricultura, extrativismo e atividades relacionadas reúnem 47 mil trabalhadores.

Entre os trabalhadores contratados, a maioria foi do sexo masculino (1.501 vagas) e pessoas com ensino médio completo (1.956). O grupo de jovens entre 18 e 24 anos foi o mais beneficiado, com 1.587 novos empregos.

Manaus concentrou o maior número de novas vagas (1.932), seguida por Presidente Figueiredo (266), Iranduba (160) e Itacoatiara (96).

Cenário nacional

No cenário nacional, o Brasil criou mais de 1,5 milhão de empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto de 2025, chegando a 48,69 milhões de vínculos formais, o maior número da história. Desde o início de 2023, já foram geradas 4,63 milhões de novas vagas em todo o país.

O resultado reforça a capacidade do Amazonas de gerar oportunidades de trabalho, especialmente para jovens e profissionais com ensino médio, e evidencia a resiliência do estado mesmo diante de desafios econômicos nacionais.

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