quarta-feira, 23 de setembro de 2026
POLÍTICA

Aleam debate Segurança Pública, a volta de monitores em escolas e questão ambiental

Sessão conduzida pelo deputado Roberto Cidade (União Brasil) também discutiu mineração e a questão ambiental.
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Foto: Divulgação Aleam

A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) realizou, nesta quinta-feira (26), uma Sessão Ordinária em que foi abordada a questão da Segurança Pública, a realização de reuniões para discutir sobre a questão ambiental e a volta dos monitores para crianças autistas. A sessão foi conduzida pelo deputado Roberto Cidade (União Brasil).

Em seu pronunciamento, o deputado Comandante Dan (Podemos) falou durante o Pequeno Expediente sobre as emendas que apresentou ao Plano Plurianual (PPA) para efetivação dos concursados das Polícias Militar e Civil, Bombeiros militares e servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

“Eu já havia apresentado emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), prevendo a destinação de orçamento específico para a contratação dos concursados, além do pagamento da data-base das forças de segurança”, declarou Câmara.

Dan disse ainda da necessidade que o Amazonas tem de maior Segurança Pública. “Durante muito tempo a saúde pública esteve em primeiro lugar no ranking de maiores preocupações da população. Atualmente é a segurança pública que ocupa esse espaço, não apenas na cidade de Manaus, mas em todo o país”, disse.

O deputado Sinésio Campos (PT) também falou da atuação do Ibama e da Polícia Federal  em relação às implosões de balsas no Rio Madeira. Ele falou que o problema de extrativismo não é questão de polícia, mas falta de política de estado. Antecipou que haverá uma reunião, na sexta-feira (27), em Humaitá, com órgãos ligados a questão ambiental e vários prefeitos do Madeira para discutir a questão.

“Quando vejo queimarem as balsas, observo que esta não é uma solução. Temos que achar uma solução para quem faz boas práticas da mineração que tem que ser valorizado”, afirmou.

O deputado Wilker Barreto (Cidadania) informou que uma deve acontecer no próximo dia 30, com a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) para discutir o retorno dos monitores para crianças autistas nas escolas.

“Não podemos deixar mais de cinco mil crianças autistas sem assistência. Existe orçamento para isso”, adiantou. O parlamentar também disse que representou no Ministério Público do Estado (MPE) pedindo a devolução do dinheiro usado na pintura das pedras da Ponta Negra.

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