O Partido Progressistas no Amazonas, desde 2019 liderado pelos irmãos Lins – Átila e Belarmino – atualmente, busca se reerguer no estado sob o comando do vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta, que assinou a ficha de filiação e assumiu o diretório regional já próximo do encerramento da janela partidária.
Na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o PP perdeu três parlamentares e, hoje, conta apenas com um deputado estadual na bancada.
Rotta, que estava sem partido desde outubro do ano passado, quando deixou o Democratas, conversou com o RealTime1 enquanto participava da solenidade de posse de Luis Fabian como novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).
No entanto, ele evitou falar sobre seu futuro político, deixando no ar o ‘mistério’ sobre disputar algum cargo no pleito deste ano.
”Eu não venho nem para federal, nem para estadual. Estou alinhando com o prefeito David de que forma a gente vai se posicionar no pleito (…) estamos fazendo tudo às claras e esperando aí o que o futuro nos reserva”, disse o vice-prefeito.
Apesar de não confirmar uma candidatura para as eleições deste ano, Rotta deixa a possibilidade em aberto quando opta por seguir a legislação eleitoral e pede para se desincompatibilizar do cargo que mantinha na administração municipal, onde além de vice-prefeito, acumulava a função de secretário municipal de infraestrutura.
Segundo o ex-titular da Seminf, na dúvida sobre haver qualquer outra definição política quanto seu nome , ele preferiu deixar o cargo para não ficar inelegível por descumprir uma regra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Muita coisa pode acontecer até lá”, falou Rotta em relação ao período das convenções eleitorais.
Rosianne Couto, com colaboração de João Luiz Onety
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