quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Procon prevê tendência de baixas no preço da gasolina em Manaus

Procon atribui a leve redução do preço da gasolina às regras mercadológicas e aos diversos fatores como o aumento na demanda. Órgão prevê novas baixas nos preços.
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Após altas consecutivas no preço dos combustíveis, ao longo dos últimos meses, o valor do litro da gasolina pode ser encontrado em alguns postos de Manaus por até R$ 6,39, um abatimento de R$0,20 sobre o valor médio repassado de R$6,59, atualmente. O Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM) afirma que a tendência, conforme as regras mercadológicas, é de novas baixas no preço da gasolina.

Os preços nos postos de combustíveis variam entre R$6,39, R$6,49 e R$6,59.

Conforme o diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe, o movimento do mercado e a política nacional de paridade, na qual o preço do combustível é equiparado ao valor do dólar, influenciam diretamente no preço do combustível. Fraxe atribui a redução do preço da gasolina às regras mercadológicas e a diversos fatores.

“Os postos tendem, sim, a baixar o preço do combustível, isso dentro de uma margem do mercado, e nós já estamos identificando que isso está acontecendo em alguns estabelecimentos. Cada um (estabelecimento) pode construir a sua política de preço dentro de uma lógica de mercado, mas, se for um preço muito além da realidade do mercado local, pode se configurar valor abusivo, que é punido com base no Código de Defesa do Consumidor”, informou.

Sindicato não interfere nos preços da gasolina

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Lubrificantes, Álcool e Gás Natural do Estado do Amazonas (Sindicombustíveis-AM) informou que os preços dos combustíveis são livres em toda cadeia. Da refinaria ao posto, cada posto determina o preço de venda com base nos seus preços de compra e custos do negócio.

O Sindicombustíveis ainda reiterou que o preço final do combustível ao consumidor varia em função de múltiplos fatores como: carga tributária (municipal, estadual, federal), concorrência com outros postos na mesma região e a estrutura de custos de cada posto (encargos trabalhistas, frete, volume movimentado, margem de lucro e etc).

Texto: Priscila Caldas

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