Uma falsa pesquisa eleitoral, já denunciada pelo RealTime1, voltou a circular em grupos de WhatsApp no interior do Amazonas, desta vez compartilhada em Carauari. Desavido, o portal AMPost usou, nesta sexta-feira (9/2), a pesquisa fraudulenta como base para informar um cenário inexistente no município e para distribuir em. aplicativos de mensagens, mas apagou poucas horas a matéria (abaixo) do portal, depois que soube que a mesma era falsa e não tinha registro no Tribunal Superior eleitoral (TSE).

O Realtime1 já havia recebido denúncias sobre falso estudo em Humaitá, e na época alertou o veículo de comunicação que compartilhou o conteúdo sobre o fato da falsa pesquisa apresentar irregularidades, de acordo com a legislação eleitoral vigente.
A “pesquisa”, na verdade, é uma “planilha” onde não constam a fonte de quem a produziu e muito menos a descrição da metodologia utilizada e demais informações obrigatórias, portanto, fraudulenta e criminosa.

Desde o dia 1º de janeiro deste ano, apenas pesquisas registradas junto ao TSE podem ser divulgadas para os eleitores.
A infração pode acarretar em multa com valores entre R$ 53 mil a R$ 106 mil, tanto para quem produz a pesquisa “fake”, quanto para quem reproduz e/ou compartilha.
Qualquer cidadão que identificar irregularidades em pesquisas eleitorais deve comunicar ao Ministério Público Eleitoral, conforme estabelece a Resolução-TSE nº 23.608, de 2019, art. 55.
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