sábado, 26 de setembro de 2026
QUINTA MAIS RICA

5ª cidade mais rica do país, riqueza produzida em Manaus alcançou R$ 103,2 bilhões

Relatório do IBGE mostra o PIB dos municípios brasileiros traz Manaus como a quinta mais rica do Brasil.
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No Teatro Amazonas, as visitas acontecerão das 9h às 13h. Crianças com até 10 anos, pessoas com deficiência e amazonenses têm entrada gratuita, mediante comprovação (Foto: Marcio James/Secretaria de Cultura e Economia Criativa)

O município de Manaus registrou em 2021 um Produto Interno Bruto de R$ 103,2 bilhões e e manteve-se na quinta posição entre as cidades mais ricas do País, atrás de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (BSB) e Belo Horizonte (MG).

A informação consta do relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios, divulgado nesta sexta-feira (15). O estudo mostra que a riqueza produzida em Manaus representou 1,15% do PIB nacional de 2021.

A capital do Amazonas passou da sétima para a quinta posição entre 2002 e 2021 no ranking das economias municipais brasileiras.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente em um ano. 

Zona Franca x riqueza

Embalada pelo modelo de desenvolvimento industrial da Zona Franca, a capital amazonense fica a frente de capitais brasileiras bem maiores em termos de população, como Curitiba (6a), Porto Alegre (9º), Fortaleza (11º), Salvador (14º), Goiânia (15º) e Recife (19º).

A capital amazonense também integra a seleta lista de 11 municípios que produziram 25% de todo o Produto Interno Bruto de 2021, que foi de US$ 1,6 trilhão, o décimo segundo maior do mundo.

Veja a lista:

  • São Paulo (SP) ……………………………………. R$ 828,9 bilhões (9,2% do PIB nacional);
  • Rio de Janeiro (RJ) …………………………….. R$ 359,6 bilhões (3,99%);
  • Brasília (DF) ………………………………………… R$ 286,9 bilhões (3,18%);
  • Belo Horizonte (MG) ………………………… R$ 105,8 bilhões (1,17%).
  • Manaus (AM) ……………………………………… R$ 103,2 bilhões (1,15%);
  • Curitiba (PR) ……………………………………….. R$ 90 bilhões (1,09%;
  • Osasco (SP) …………………………………………. R$ 86,1 bilhões (0,96%);
  • Maricá (RJ) ………………………………………….. R$ 85,8 bilhões (0,95%);
  • Porto Alegre (RS) ………………………………. R$ 81,5 bilhões (0,91%);
  • Guarulhos (SP) …………………………………… R$ 77.3 bilhões ( 0,86);
  • Fortaleza (CE) …………………………………….. R$ 73,4 bilhões (0,81%)

Desconcentração da riqueza é tendência

Apesar da força da riqueza produzida em meios urbanos, o IBGE registra que está ocorrendo no Brasil uma desconcentração da riqueza, tendência capitada desde 2020.

As duas maiores concentrações urbanas do Brasil somaram 23,2% de participação no PIB, após totalizarem 23,6% em 2020. São Paulo/SP passou a responder por 15,4% do PIB brasileiro, contra 16,2% em 2020. Tal resultado foi o recuo mais expressivo dentre todas as concentrações urbanas.

O Rio de Janeiro/RJ, porém, aumentou sua participação, passando de 7,4% para 7,8% do PIB brasileiro em 2021. Esse foi o maior avanço verificado dentre as concentrações urbanas que expandiram sua participação no PIB de 2020 para 2021. 

Dentre as 185 concentrações urbanas existentes no país em 2021, 132 perderam e 53 aumentaram sua participação no PIB nacional, confirmando a tendência de desconcentração. As grandes concentrações urbanas foram as que tiveram as maiores perdas.

Entre as 53 que ganharam peso, somente seis eram consideradas grandes concentrações urbanas (de um total de 26). Dentre as médias concentrações urbanas, o resultado também foi de redução, porém menos acentuada. Somente 47 médias concentrações urbanas ganharam participação em 2021 (de um total de 159). 

CONFIRA OS DADOS COMPLETOS DO IBGE.

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