O governador Wilson Lima, acompanhado do secretário estadual de Meio Ambiente, Eduardo Taveira, apresentou projetos ambientais desenvolvidos pelo Governo do Amazonas à embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq. Entre eles estão o Água Boa, o Guardiões da Floresta, a Escola da Floresta e ações do Programa Amazonas 2030.
Durante o encontro em Brasília, realizado nesta segunda-feira (29/01), Wilson Lima ressaltou o interesse em novos investimentos, destacou o papel do Reino Unido em pesquisas científicas no Amazonas e recebeu o convite da embaixadora para reuniões bilaterais na Inglaterra.
O governador também conheceu mais sobre o AmazonFACE, principal projeto de cooperação científica entre Brasil e Reino Unido, executado no Amazonas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
“Reuni hoje com a embaixadora do Reino Unido, Stephanie Al-Qaq, aqui em Brasília, para discutirmos parcerias. O Governo britânico já investe em pesquisa científica no estado do Amazonas e quer fortalecer ainda mais a atuação na Amazônia”, afirmou o governador Wilson Lima.
Projetos sustentáveis no Amazonas
O Programa Amazonas 2030, lançado na COP 28 em dezembro, visa reduzir o desmatamento no estado por meio da venda de créditos de carbono.
O Água Boa busca levar água potável a comunidades do interior, enquanto o Guardiões da Floresta, um dos maiores sistemas de Pagamentos por Serviços Ambientais, recompensa populações tradicionais pelo compromisso com o desmatamento zero.
As Escolas da Floresta, situadas em áreas de preservação, ensinam tecnologia e sustentabilidade a comunidades isoladas, promovendo a preservação ambiental.
AmazonFACE
O AmazonFACE é coordenado por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa/MCTI) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em cooperação internacional com o governo britânico e implementado pelo Met Office – o serviço de meteorologia britânico.
É o principal projeto de cooperação científica entre os dois países, sendo um programa que busca entender como o aumento de CO2 atmosférico afeta a floresta amazônica e sua biodiversidade. O Reino Unido é o segundo maior parceiro de ciência e tecnologia do Brasil.
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