quinta-feira, 25 de julho de 2024

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Vendas do varejo amazonense caem 1,5% em agosto, mostra IBGE

Segundo dados do IBGE, houve queda, também, na comparação com o mesmo mês do ano passado (-11,2%). Apesar disso, varejo acumula crescimento de 1,8% no ano e 5,5% em 12 meses.
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Consumo comércio Manaus CDL divulgação

O volume de vendas do comércio varejista no Amazonas caiu 1,5% em agosto, na comparação com o mês anterior (-2,8%), registrando a terceira taxa negativa consecutiva. Houve queda, também, na comparação com o mesmo mês do ano passado (-11,2%).

Mas, apesar desses resultados negativos, no ano, o varejo do Estado ainda acumula crescimento de 1,8% e, nos últimos doze meses, as vendas cresceram 5,5%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (6) pelo IBGE.

A receita nominal do varejo, assim como o volume de vendas, registrou queda em agosto (-0,4%) de 2021, no Amazonas. No país, também houve queda no índice mensal de receita nominal de vendas (-1,8%).

Mas, apesar da queda da receita nominal de vendas, o Amazonas obteve crescimento de 2,6%, em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, e também na variação acumulada no ano (15,2%) e na variação acumulada nos últimos 12 meses (16,9%). 

Varejo ampliado

Em agosto, o volume de vendas do varejo ampliado, que inclui automóveis, peças e material de construção, também obteve resultado negativo (-0,6%), em relação ao mês anterior, no Amazonas. Houve queda também (-10,7%), em agosto, na comparação com agosto de 2020. No país, a variação mês/mês anterior também foi negativo (-2,5%), e não houve variação no resultado da comparação entre agosto de 2021 e agosto de 2020 (0%).

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No acumulado no ano, a variação apresenta resultado positivo, alcançando 4,5% de crescimento, no Amazonas; assim como a variação acumulada nos últimos 12 meses, com crescimento de 8,5%.

A variação percentual acumulada no ano (janeiro a agosto), de 4,5%, colocou o comércio varejista ampliado do Amazonas na penúltima posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Distrito Federal, com 2,3%, Amazonas, com 4,5%, e Tocantins com 5,1%. E os melhores desempenhos foram os Piauí com 24,6%, Pernambuco, com 23,2%, e Rondônia, com 22,5%.  

Receita do varejo ampliado

Em agosto, o volume da receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado amazonense fechou em alta (0,3%), frente a julho. Apesar disso, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de 2,5%. No acumulado do ano, o setor apresenta alta de 17,8%, e, no acumulado dos últimos doze meses, o indicador avança 19,9%.

Fonte: IBGE Amazonas

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