sábado, 26 de setembro de 2026

Trump autoriza divulgação de documentos sobre assassinatos de Kennedy e Luther King

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Donald Trump, presidente dos EUA. (Foto: reprodução redes sociais)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva determinando a liberação completa de documentos sigilosos relacionados aos assassinatos de John F. Kennedy, do ex-senador Bobby Kennedy e do ativista pelos direitos civis Martin Luther King Jr.

O que foi anunciado

“Tudo será revelado”, afirmou Trump durante uma coletiva no Salão Oval, onde oficializou a decisão nesta quarta-feira (23). O presidente destacou que a medida atende a uma demanda histórica por transparência.

“Muitas pessoas esperaram por isso por anos, por décadas. As famílias das vítimas e o povo americano merecem a verdade”, declarou Trump.

Segundo a ordem executiva, o Diretor de Inteligência Nacional e o Procurador-Geral têm 45 dias para apresentar um plano detalhado de publicação dos documentos.

Histórico do sigilo

Os registros relacionados aos assassinatos já passaram por múltiplas revisões. Trump havia solicitado a liberação de parte dos arquivos durante seu primeiro mandato, em 2017 e 2018.

Revisões adicionais foram realizadas durante a gestão de Joe Biden, que autorizou divulgações parciais em 2021, 2022 e 2023.

Em 2022, a Administração Nacional de Arquivos e Registros informou que 97% dos documentos sobre o assassinato de Kennedy já haviam sido publicados, totalizando 5 milhões de páginas.

No entanto, cerca de 3 mil arquivos permanecem inéditos, enquanto outros 30 mil foram divulgados com trechos censurados.

Um passo em direção à transparência

A liberação dos documentos representa um avanço no esclarecimento de episódios que marcaram a história dos Estados Unidos.

Os assassinatos de Kennedy e King continuam a alimentar especulações e teorias da conspiração, e a decisão de Trump reflete uma tentativa de atender às expectativas por respostas concretas.

“É do interesse nacional finalmente divulgar todos os registros relacionados com esses assassinatos sem demora”, concluiu Trump.

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