O Comitê de Enfrentamento à Covid-19 do Governo do Amazonas e empresários realizaram, na manhã deste domingo (27), uma nova rodada de negociações para a flexibilização do decreto que restringe o funcionamento do comércio não essencial em todo o Amazonas.
A reunião, que aconteceu na sede do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, discutiu pontos de flexibilização para os setores de alimentação fora do lar e entretenimento.
“Pleiteamos algumas flexibilizações porque nosso setor é diferente do comércio. Ainda estamos em negociações e, para o bem dessas negociações, não podemos divulgá-las, até porque não temos respostas. Ainda estamos aguardando essas respostas”, explicou o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Amazonas (Abrasel AM).
Mas apesar das indefinições, Fábio Cunha acredita que a abertura de diálogo entre o governo do estado e as entidades de classe do Amazonas já representa um avanço.
Ele lembra que o setor de alimentação foi um dos mais prejudicados ao longo do ano de 2020, devido as determinações de distanciamento social em virtude da pandemia do novo coronavírus.
“Para quem não tinha nada, acreditamos que [a flexibilização] é um ganho. Mas ainda não estamos totalmente satisfeitos. Nosso setor foi muito sacrificado e aimda está passando por esse sacrifício, principalmente em uma época em que esperávamos grande movimento para amenizar nossos prejuízos. Continuamos trabalhando para que melhore um pouco mais”, acredita.
Reportagem: Lucas Raposo
Leia Mais: