O Amazonas registrou aumento na área de setor de serviços e mostrou um avanço de 3,7% e está entre os estados da federação que apresentaram expansão no volume de serviços. O avanço acontece após queda de 0,9%, em abril.
O avanço superou a média observada no Brasil, que foi de 0,9%. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com os dados do IBGE, o setor avançou cerca de 14,8%. Além disso, o setor obteve 11,2% de crescimento no ano (período de janeiro a maio), e no acumulado dos últimos 12 meses, o setor teve alta de 10,9%, no Estado.
A principio, no Brasil, o setor de serviços variou 0,9% em maio, acumulando alta de 9,2% em 2022 na comparação com o mesmo período de 2021. No ano, o setor cresceu 9,4%, e em 12 meses, 11,7%.
Comparação com índices dos demais Estados e DF
o Amazonas demonstrou recuperação após uma queda de 0,9 no mês de abril, nos Indicadores do Volume de Serviços. O estado está entre os locais que apontaram taxas positivas no mês de maio e acompanha os impactos mais importantes que vieram de São Paulo (0,6%), Minas Gerais (3,3%), seguidos por Santa Catarina (3,3%), Mato Grosso do Sul.
A alta de 11,2%, na variação acumulada do ano (janeiro a maio), inseriu o setor de serviços do Amazonas numa posição intermediária (11ª) entre Estados e Distrito Federal. Os melhores desempenhos foram os de Rondônia (-1,0%), Distrito Federal (0,9%), e Rio de Janeiro (2,4%); e os melhores desempenhos, os de Alagoas (25,7%), Ceará (18,1%) e Amapá (16,4%).
Resultado positivo
Primeiramente o avanço de 0,9% do volume de serviços, de abril para maio de 2022, foi acompanhado por todas as cinco atividades de divulgação investigadas, com destaque para os transportes (0,9%), que recuperaram parte da retração de 2,5% verificada no mês anterior, e para informação e comunicação (0,9%), setor que emplacou o terceiro resultado positivo consecutivo, com ganho acumulado de 3,4%.
Demais serviços
Por outro lado, os demais avanços vieram de outros serviços (3,1%); de profissionais, administrativos e complementares (1,0%); e de serviços prestados às famílias (1,9%). Enquanto os dois primeiros setores recobraram as perdas de abril, de -3,0% e -0,5%, respectivamente; a última atividade registrou o terceiro resultado positivo seguido, com ganho acumulado de 8,1%.
Logo após, com o resultado de maio, o setor se encontra 8,4% acima do nível pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020, e 2,8% abaixo do ponto mais alto da série histórica da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), alcançado em novembro de 2014, disse o instituto.
Texto: Lara Tavares, com informações do IBGE
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