quarta-feira, 23 de setembro de 2026
EM MARÇO

Setor de serviços do Amazonas sofre a maior retração desde 2022

Um dos mais importantes áreas da economia amazonense, o setor de serviços registrou queda de quase seis pontos em março
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A pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (17), mostrou que o volume de serviços no Amazonas em março sofreu uma queda de -5,9% em relação a fevereiro. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a taxa foi de -2,6%.

Antes dessa queda, o volume de serviços medido pelo IBGE mostrava uma ano bem positivo para o setor, que acumula neste ano um crescimento de 5,5%. No acumulado de 12 meses (abril de 2023 a março de 2024) houve um crescimento muito tímido, apenas 1%.

Conforme os analistas do IBGE, os quase 6% negativos representaram a maior queda no setor de serviços desde novembro de 2022. O resultado negativo também colocou o estado na 24ª posição entre as Unidades da Federação. Os melhores resultados foram do Tocantins (11,8%), Espírito Santo (5,1%) e Roraima (3,1%). Os piores desempenhos ficaram com Mato Grosso do Sul (-9,7%), Mato Grosso (-7,6%) e Rondônia (-6,7%).

Na receita nominal de serviços, que é o indicador calculado pelo IBGE sem considerar a inflação do período, o Amazonas apresentou uma retração de -3,1% em relação a janeiro, na série com ajuste sazonal. Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior o índice ficou em 2,4%. No acumulado do ano a receita nominal de serviços no Estado variou em 11,6% e no acumulado em 12 meses ficou em 5,6%.

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