O Governo do Amazonas investiu, desde 2019, cerca de R$ 522,5 milhões em urbanização, saneamento básico e abastecimento de água na capital e interior do Estado. As obras e intervenções, feitas por meio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE) e da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama), alcançaram, juntas, aproximadamente 350 mil pessoas beneficiadas com água potável e rede de esgoto.
Coordenados pela UGPE, o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+) e o Programa de Saneamento Integrado de Maués (ProsaiMaués) contemplam serviços de macro e microdrenagem, construção de estações elevatórias e de tratamento de esgoto, reservatórios de água potável, redes de coleta de esgoto e de distribuição de água, poços e sistemas de abastecimento movidos a energia solar em comunidades indígenas. Os investimentos totalizam R$ 487,5 milhões.
O Prosamin+ e o ProsaiMaués contribuem, de forma histórica, na questão de saneamento básico, aumentando a cobertura de esgoto em Manaus e em Maués, da mesma forma como (o Prosamin+) contribuiu com a solução definitiva para milhares de famílias que conviviam com as alagações em áreas de risco na capital”, disse o coordenador executivo da UGPE, engenheiro civil Marcellus Campêlo.
Entre as principais ações executadas pela UGPE estão a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Waldir Brito, no bairro Educandos, a primeira construída em quase 15 anos de existência do Prosamin+. É a maior ETE da região Norte em capacidade de tratamento e uma das mais modernas do Brasil, com tecnologia de ponta nas instalações e equipamentos.
Na zona sul e oeste da capital, o Governo do Estado executou um complexo de obras no bairro Presidente Vargas. As obras contemplaram macro e microdrenagem e a construção de 31 quilômetros de redes de coleta de esgoto, que abrangeram bairros das zonas sul e oeste. As obras incluíram, ainda, a criação do Parque Castelhana.
O ProsaiMaués foi inaugurado em outubro de 2019, aportando investimentos de R$ 125 milhões no município, com 50% de cobertura de esgoto tratado. O programa possibilitou a construção de obras de drenagem, 13 quilômetros de redes de coleta de esgoto e a recuperação de outros 18 quilômetros que se encontravam danificados e fora de operação.
Com informações da Assessoria
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