sexta-feira, 25 de setembro de 2026
CEMPRE/IBGE

Salários e remunerações pagos no Amazonas somaram R$ 28,9 bilhões em 2022

Volume representa salários pagos a trabalhadores assalariados e também pró-labore ou dividendos distribuídos a acionistas, explica IBGE.
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Cédulas de real
Pesquisa da Serasa mostra que despesas de início de ano vão levar até R$ 4 mil dos brasileiros. (Arquivo)

O total de salários e outras remunerações pagos ao pessoal ocupado no Amazonas, em 2022, foi de R$ 28,9 bilhões, o que representou 1,3% do total nacional (R$ 2,3 trilhões) e 22,6% do Norte do país (R$128 bilhões). Os números são do Cadastro Central de Empresa (Cempre) feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado nesta sexta-feira (21/6).

Em 2022, o salário médio mensal no Estado foi de R$ 3.264,23, equivalente a 2,7 salários mínimos. O quarto maior entre os sete Estados da Região Norte.

Os salários médios da Região Norte:

  • Amapá: R$ 4.190,94, o segundo maior do País, atrás apenas do Distrito Federal (R$ 5.902,12);
  • Acre: R$ 3.359,,27;
  • Roraima: R$ 3.303,19;
  • Amazonas: R$ 3.264,23;
  • Pará: R$ 3.225,71;
  • Tocantins: R$ 3.216,33;
  • Rondônia: R$ 3.127,21;
  • Média da Região Norte: R$ 3,274,07, a segunda pior entre as cinco regiões brasileiras;
  • Média Brasil: 3,542,19.

O pessoal ocupado que recebeu salário ou outra tipo de remuneração (pró-labore ou dividendos de empresas) em 2022 estava distribuídos por mais de 104 mil empresas ou entidades registradas formalmente no Amazonas.

Manaus liderou expressivamente no total de empresas, com 64.384 unidades. Em seguida, destacou-se Itacoatiara com 2.191 unidades e Manacapuru com 2.090 unidades. Os municípios de Parintins (1.789 unidades) e Humaitá (1.398 unidades) também mostraram representatividade entre os com maior quantidade de unidades.

Na outra extremidade, os municípios com menor número de empresas foram Guajará (99 unidades), Amaturá (108 unidades) , Anamã e Ipixuna, ambos com 113 unidades. Santa Isabel do Rio Negro, com 117 empresas, também aparece com o menor quantitativo entre os municípios amazonenses.

Conforme análise do IBGE, essa distribuição das empresas reafirmou a concentração de atividades econômicas em Manaus, sede de um dos principais polos industriais do País, e uma menor presença empresarial em municípios mais isolados ou com menor densidade populacional no Estado.

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