sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Relatório aponta as profissões em alta e quais devem desaparecer

O relatório "O Futuro do Trabalho 2023", feito pelo Fórum Econômico Mundial aponta que habilidades como pensamento analítico serão mais requeridas que habilidades técnicas.
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vagas de emprego
Foto; Reprodução Internet

Cerca de 23% dos empregos atuais passarão por transformações até o ano de 2027. É o que aponta o relatório “O Futuro do Trabalho 2023” elaborado pelo Fórum Econômico Mundial e a Fundação Dom Cabral

A evolução da tecnologia e as questões ambientais terão um impacto significativo sobre o trabalho.

Estima-se que, aproximadamente 69 milhões de novos postos de trabalho serão criados e cerca de 83 milhões de empregos serão eliminados. Isso representa um déficit de 14 milhões de vagas de trabalho.

Carreiras associadas à inteligência artificial, sustentabilidade e transição energética tendem a expandir, enquanto empregos como caixas bancários e escriturários correm o risco de serem ameaçados.

Habilidades interpessoais como criatividade e o pensamento analítico devem ser cada vez mais valorizadas em relação às habilidades técnicas.

Entre as competências técnicas mais requisitadas estarão as relacionadas ao uso de Inteligência Artificial (IA) e Big Data.

Carreiras em expansão

  • Especialistas em IA e aprendizagem de máquina;
  • Especialista em sustentabilidade;
  • Analista em inteligência de negócios;
  • Analista de segurança da informação;
  • Engenharia de fintechs;
  • Cientistas e analistas de dados;
  • Engenharia de robótica;
  • Especialista em big data;
  • Operadores de equipamentos agrícolas;
  • Especialistas em transformação digital.

Carreiras ameaçadas:

  • Caixas de banco e funcionários relacionados;
  • Funcionários dos Correios;
  • Caixas e cobradores;
  • Escriturários de entrada de dados;
  • Secretários administrativos e executivos;
  • Assistentes de registro de produtos e estoque;
  • Escriturários de contabilidade;
  • Legisladores e oficiais judiciários;
  • Atendentes estatísticos, financeiros e de seguros;
  • Vendedores de porta em porta, ambulantes e trabalhadores relacionados.

Leia na íntegra o relatório:

Da Redação

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