quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Primeira prévia do IGP-M indica crescimento de 1,57% em novembro

A variação apontada na prévia do indicador é a maior desde o mês de maio quando ficou em 4,10%. Mas resultado do mês de novembro de 2021 é inferior ao mesmo período de 2020.
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Primeira prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) do mês de novembro indica crescimento de 1,57%, ante a alta de 0,64% do mês de outubro. A variação apontada na prévia do indicador é a maior desde o mês de maio quando ficou em 4,10%. No entanto, o resultado do mês de novembro de 2021 é inferior ao mesmo período de 2020 quando ficou em 3,28%.

Os números são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).

Dos três indicadores que compõem o IGP-M, dois exibiram variação menor no mês de novembro quando comparado com o apresentado em outubro, o IPC-M e o INCC-M.

O IPA-M, índice de preços ao produtor amplo (mercado), apresentou variação positiva nesta primeira prévia do indicador com alta de 1,93% no mês de novembro ante 0,53% do mês anterior (+1,40 p.p.). O IPA representa 60% do IGP, sendo sua variação a maior influência do mês de novembro.

A variação do IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor – Mercado) foi de 0,65% no mês de novembro, desacelerando em relação ao registrado em setembro quando avançou 1,05%.
Por fim, o INCC-M (Índice Nacional da Construção Civil – Mercado) apresentou crescimento de 0,40%, resultado 0,40 p.p. menor em relação ao mês de outubro (0,80%).

No acumulado no ano até novembro, o IGP-M registra alta de 18,58% apresentando aceleração em relação a outubro (16,75%). O IPA-M acumula crescimento de 22,09% em 2021, INCC-M, 13,33% e o IPC-M, 8,11%.

Em 12 meses o IGP-M acumula crescimento de 19,71% com desaceleração pelo sexto mês consecutivo, sendo os últimos dados: 33,83% em julho, 31,12% em agosto, 24,86% em setembro e 21,73% em outubro. Nesta mesma ótica, o IPA-M mostra elevação de 22,09%, também em desaceleração por seis meses seguidos.

O resultado dos indicadores segue na tabela abaixo: 

Fonte: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)

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