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quinta, 23 de setembro de 2021

Voto impresso: partidos do Centrão abandonam ideia de Bolsonaro

Onze partidos, a maioria da base aliada do presidente Jair Bolsonaro, firmaram um pacto para descartar a ideia de adoção do voto impresso nas eleições brasileiras já em 2022.

28 de junho de 2021

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Partidos reafirmaram a segurança e a confiança no sistema de votação em urnas eletrônicas, adotado no Brasil desde 1998 (Foto: Reprodução)

Presidentes de onze partidos se reuniram virtualmente durante o fim de semana e fecharam posição a favor do sistema atual de votação, pela urna eletrônica, contra a proposta do voto impresso (PEC 135/19) que tramita na Câmara dos Deputados. Parte dos líderes que estavam na reunião são do Centrão na Câmara, bloco que apoia o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o maior defensor do voto impresso.

Participaram do encontro Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM), Baleia Rossi (MDB – SP), Bruno Araújo (PSDB), Ciro Nogueira (PP), Gilberto Kassab (PSD), Luciano Bivar (PSL), Luis Tibé (Avante), Marcos Pereira (Republicanos), Paulo Pereira da Silva (Solidariedade), Roberto Freire (Cidadania) e Valdemar Costa Neto (PL).

As siglas representam ao todo 326 deputados, o equivalente a 63,5% das cadeiras na Câmara. O número indica que o governo Jair Bolsonaro deve enfrentar dificuldades para aprovar a adoção do voto impresso.

E este número pode ser maior com a adição dos partidos de esquerda, como o PT, que sozinho tem 53 deputados. Um outro exemplo são o PSB, com 30 deputados, e PDT, que possui 25 deputados. Portanto a soma dos que são contrários ao voto impresso, teoricamente, já é maior que 400.

Os líderes partidários defendem que o sistema eleitoral é confiável e que mudar as regras do jogo, a essa altura, poderia gerar incertezas no processo. Nos últimos meses, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também vem defendendo a integridade do sistema.

Do Congresso em Foco

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