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domingo, 16 de maio de 2021

Vereador de Manaus pede prisão dos empresários do transporte público

Motivação do pedido é a redução da frota de ônibus em plena pandemia da Covid-19. Parlamentar argumentou que o número reduzido de veículos tem causado aglomerações,

6 de abril de 2021

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Para o vereador Sassá da Construção Civil, empresários do transporte público devem ser responsabilizados por aglomerações (Foto: Reprodução)

O vereador Sassá da Construção Civil (PT) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), nesta terça-feira (6), para pedir a prisão de empresários do transporte público municipal.

A motivação do pedido é a redução da frota de ônibus na capital em plena pandemia da Covid-19. Sem apresentar dados, o parlamentar argumentou que a o número reduzido de veículos nas ruas tem provocado aglomeração dentro dos ônibus.

“Como você vai se proteger da Covid se você está pegando ônibus lotado? Eu peço a prisão dos empresários de ônibus. Não tenho poder pra isso, mas peço. Quero que minha tribuna valha alguma coisa. Será que eles mandam mais que o prefeito? Será que mandam mais que os vereadores?”

Sassá cobrou ainda maior engajamento dos vereadores de primeiro mandato para terem pulso firme na fiscalização da prestação dos serviços de transporte público na cidade de Manaus.

“Somos 41 autoridades. Se tivéssemos pulso, essas empresas já teriam ido embora de Manaus, porque todo ano é assim, e continua assim. É uma máfia! E essa máfia tem que ser quebrada. Vereadores novos, vamos fazer alguma coisa. Ouvi muitos de vocês dizerem que iam mudar Manaus. Se for pra não fazer nada, melhor renunciar”, defendeu.

Quebra de contrato

Já o vereador Rodrigo Guedes defendeu a quebra do contrato firmado entra as empresas do transporte coletivo e a Prefeitura de Manaus. De acordo com o parlamentar, o município paga R$ 12 milhões por mês em subsídios para as empresas sem exigência da boa prestação dos serviços como contrapartida.

“Em janeiro de 2020 a Prefeitura de Manaus renovou o contrato com essas mesmas empresas. Fez um termo aditivo ao contrato de concessão do transporte coletivo para essas mesmas empresas, com a condição de serem colocados 300 ônibus novos na cidade de Manaus. A condição não foi cumprida, então temos bases mais do que suficientes para promover a quebra do contrato”, defendeu.

Reportagem: Lucas Raposo

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