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terça, 18 de janeiro de 2022

Tarifa de água: bancada federal considera reajuste injusto e ‘rombo’ nas contas

Parlamentares avaliam não ser justo o o reajuste, tendo em vista que o aumento da tarifa é desproporcional a e o novo valor causaria um rombo nas contas das famílias.

1 de setembro de 2021

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Deputado Zé Ricardo (à esquerda) e os senadores Omar Aziz e Eduardo Braga (Fotos: Arquivos/Agência Câmara e Agência Senado)

Políticos da bancada amazonense no Congresso Federal repudiaram, nesta quarta-feira (1º), o pedido da concessionária Águas de Manaus para reajustar em 24,52% a tarifa do serviço na capital amazonense.

Na ocasião, parlamentares da Câmara Federal e do Senado expuseram suas opiniões sobre a estratégia da Águas de Manaus de impor aumento acima da inflação no valor da tarifa e argumentaram que em meio ao momento de crise sanitária e econômica os cidadãos do Amazonas não precisam passar por esse reajuste da tarifa de água e esgoto.

Conforme os parlamentares, não seria justo o pobre pagar pelo reajuste, tendo em vista que o aumento da tarifa é uma grande injustiça e o novo valor causaria um rombo nas contas das famílias que moram na capital amazonense.

O reajuste foi suspenso, na última terça-feira (31), à noite, após uma decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas, que acatou um pedido da Prefeitura de Manaus.

‘O povo pobre não pode pagar essa conta’

Para o deputado José Ricardo (PT), movimento de investigação, iniciado na Câmara Municipal de Manaus (CMM), sobre a empresa de água e esgoto, é importante.

“Importante a iniciativa do vereador Sassá da Construção Civil [PT] e de poucos vereadores de propor uma CPI na Câmara de Manaus para investigar o contrato da empresa de água e esgoto e o absurdo reajuste de 24,52% da tarifa, bem acima da inflação. O povo pobre não pode pagar essa conta”, comentou Zé Ricardo.

‘Aumento da tarifa seria uma grande injustiça’

O senador e presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, Omar Aziz (PSD), também comentou sobre o assunto e destacou que seria uma grande injustiça ao povo de Manaus o aumento da tarifa em meio à crise e ao desemprego.

“Um reajuste de quase 25% na tarifa de água e esgoto, em Manaus, é inaceitável. O momento é de crise, em que muitos amazonenses amargam o desemprego. Temos visto reduzir cada vez mais o poder aquisitivo dos brasileiros, seria uma grande injustiça”, avaliou o senador.

Omar comemorou a decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas, que acatou um pedido da Prefeitura de Manaus para anular o aumento da tarifa.

De acordo com o senador, a luta precisa ser em prol dos mais necessitados. “Precisamos lutar em prol daqueles que mais precisam e desenvolver ações voltadas para recuperar a economia e melhorar a qualidade de vida da população da nossa cidade, do nosso Estado, do nosso país!”, frisou Aziz.

‘Reajuste causaria um rombo nas contas das famílias’

Para o senador Eduardo Braga (MDB), o reajuste no valor da tarifa da Águas de Manaus provoca indignação e causaria um rombo nas contas das famílias.

“Não há justificativa para o reajuste, tanto é que o TJAM suspendeu o aumento. É preciso levar em conta que vivemos em um período de pandemia e o serviço da concessionária está longe de atender as expectativas da população, principalmente na questão do esgoto”, analisou Braga.

Texto: Isac Sharlon

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