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quinta, 07 de julho de 2022

Senadores se solidarizam com Simone, agredida por Rosário na CPI

Exceto os senadores Eduardo Girão e Luiz Carlos Heinze, todos os membros da CPI apresentaram solidariedade a colega, chamada de 'descontrolada' por ministro da CGU.

22 de setembro de 2021

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Simone Tebet agradeceu as falas dos colegas, mas destacou que o episódio pode ser pedagógico par mostrar que o machismo não tem mais vez no Brasil (Foto: Reprodução)

Os senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 se solidarizaram, na abertura da sessão desta quarta-feira (22), com a senadora Simone Tebet (MDB-MS) pelo episódio em que ela foi chamada de “descontrolada” pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, durante depoimento, desta terça-feira (21). Simone agradeceu a solidariedade dos senadores.

“Como mulher, cidadã e mãe, pra mim isso é página virada. Como líder da bancada feminina, é preciso que esse episódio venha a público pelo menos no caráter educativo”, afirmou Simone.

Os senadores lamentaram a postura de Wagner Rosário e afirmaram que ele apenas espelha o comportamento do governo do presidente Jair Bolsonaro. “Esse é um comportamento espalhado pelo presidente, pelos filhos deles e se espalhou entre os ministros dele. Um comportamento misógino, racista, de preconceito contra a população LGBTQI+”, destacou o senador Fabiano Contarato (Rede/ES).

Para o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), o comportamento de Wagner Rosário é semelhante ao comportamento covarde do presidente, pois durante todo o depoimento desta terça-feira não se referiu aos senadores que o inquiriram não respondeu com ofensas, como ocorreu na inquirição de Simone Tebet. “Foi um caso de machismo explicito, ele só ofendeu uma mulher. Não reagiu assim quando inquirido por mim ou pelo relator Renan Calheiros. É caso típico deste comportamento machista”, afirmou Rodrigues.

Texto: Gerson Severo Dantas

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