quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Sem partido, vereador tem destino indefinido em comissão vital na CMM

Gilmar Nascimento foi expulso do União Brasil após votar contra orientação do partido e está na corda bamba no comando da CCJ.
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Gilmar Nascimento é vice-líder do prefeito na Câmara Municipal (Robervaldo Rocha/CMM - 16/dez/2022)

A decisão sobre o futuro do vereador Gilmar Nascimento (sem partido) na presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) será adiada na Câmara Municipal de Manaus (CMM). A decisão é do presidente da Casa, Caio André (PSC).

Gilmar Nascimento foi desfiliado da União Brasil por votar contra a orientação do partido na CMM.

A expulsão do partido também colocou o vereador em risco de ser içado da presidência da CCJR, já que o União Brasil briga para ter o controle da comissão vital para o andamento dos trabalhos na Câmara de Manaus.

O presidente da União Brasil em Manaus, vereador Diego Afonso, explicou que:

“As indicações para as comissões são feitas pelos partidos e, portanto, o partido tem o direito aos cargos ocupados pelo vereador Gilmar Nascimento”, disse.

Além de ocupar a presidência da CCJR, o vereador também é vice-presidente da Comissão de Ética e membro titular das comissões de Direitos Humanos, Povos Indígenas e Minorias, Defesa do Consumidor, e Meio Ambiente, Recursos Naturais e Sustentabilidade.

Adiamento

No entanto, a procuradora da Câmara resolveu que o pedido deveria ser analisado pelo plenário da Casa Legislativa. Aliados do prefeito David Almeida (Avante) pediram para adiar a votação, buscando prolongar o processo, e estão hospedados para que Gilmar tenha a oportunidade de apresentar sua defesa.

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