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sexta, 28 de janeiro de 2022

PF manda aos EUA delegado que investiga facada em Bolsonaro

A investigação sobre o ataque à Bolsonaro, que foi esfaqueado em 2018, será assumida por um delegado que possui experiência em investigações de homicídios.

30 de dezembro de 2021

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(Foto: Evaristo Sá/AFP)

A Polícia Federal enviou para os Estados Unidos o delegado que investiga a facada contra o então candidato Jair Bolsonaro, em 2018. Rodrigo Morais Fernandes será oficial de ligação da PF junto à força-tarefa de El Dorado, no escritório da HSI (Homeland Security Investigations), em Nova York.

O prazo da nova função é de 2 anos. A HSI é o braço investigativo do departamento de segurança interna dos EUA. O órgão apura crimes, ameaças internacionais e organizações terroristas, além de lidar com contrabando de mercadorias e tráfico de pessoas pela fronteira.

A portaria com a designação de delegado para a função foi assinada pelo diretor-geral da PF, Paulo Gustavo Maiurino, em 8 de dezembro. Foi publicada no Diário Oficial da União 2 dias depois. Leia a íntegra (120 KB).

A PF informou ao Poder360 que Fernandes foi convidado para a função “em razão do seu currículo”. Ele deve assumir o posto até a 2ª quinzena de fevereiro.

Segundo a corporação, a investigação sobre o ataque à Bolsonaro será assumida por um “delegado que possui experiência em investigações de homicídios”.

Fernandes foi o delegado responsável pelos 2 inquéritos que apuraram o ataque à faca de Adélio Bispo de Oliveira contra Bolsonaro. O 1º, feito ainda em 2018, apontou que a motivação do crime se deu por inconformismo político. O 2º, encerrado em maio de 2020, concluiu que Adélio agiu sozinho, por iniciativa própria, sem mandantes e ajuda de terceiros.

A PF não comprovou a participação de partidos políticos, facções criminosas, grupos terroristas ou mesmo paramilitares em qualquer das fases do crime.

Em novembro, a PF reabriu a investigação. A decisão veio depois que a Justiça liberou a análise de dados de Zanone Manuel de Oliveira Júnior, advogado que defendeu Adélio na época do atentado. A 3ª Vara de Juiz de Fora autorizou a quebra do sigilo bancário do defensor, e a apreensão do seu telefone, livros-caixa, recibos e comprovantes de pagamento de honorários.

Na sequência, o TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) proibiu o acesso ao material, mas voltou atrás.

Adélio foi absolvido do ataque contra Bolsonaro por ser considerado inimputável, ou seja, incapaz de responder pelos atos que praticou. Por isso, sua pena foi convertida em internação psiquiátrica por tempo indeterminado. Ele cumpre a sentença na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) desde 2018.

Com informações do Poder360

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