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sábado, 29 de janeiro de 2022

Omar anuncia que Élcio Franco será o último a depor na CPI da Covid

Ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, coronel da reserva trabalha atualmente na Casa Civil e será reinquirido principalmente sobre compra de vacinas.

15 de setembro de 2021

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Élcio Franco deu informações que posteriormente foram desmentidas por documentos, informações oficiais e depoimentos de testemunhas (Foto: Agência Senado)

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19, senador Omar Aziz (PSD), confirmou, nesta quarta-feira (15), que o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, coronel Élcio Franco, será o último a ser ouvido em depoimento pelos senadores, com data marcadaa provavelmente para o dia 21 deste mês. Hoje, a CPI tomará o depoimento de Marconny Albernaz Farias, considerado o “lobista dos lobistas” por atuar no Governo Federal e em diversos estados defendendo os interesses da Precisa Medicamentos.

De acordo com Omar Aziz, a volta de Élcio Franco a CPI se tornou necessária porque afirmações feitas por ele no primeiro depoimento se mostraram contraditórias posteriormente, com informações, documentos e depoimentos de testemunhas. Em novo depoimento ele terá a chance de esclarecer os fatos.

“Ele falou coisas aqui que depois se mostraram falsas, principalmente em relação a compra de vacinas”, destacou o senador.

CPI hoje

Sobre Marconny Albernaz, Omar lembrou que a CPI desconhecia a figura e o trabalho de lobby que ele fazia em nome da Precisa no Ministério da Saúde e também nas secretarias estaduais. “Quem contribuiu para a CPI chegar no senhor Marconny foi o Ministério Público do Pará, ao responder pedidos de informações, que inclusive não foram feitos por nós do G7, mas pelo senador Ciro Nogueira [hoje, ministro-chefe da Casa Civil]”, completou.

Ainda sobre o “lobista”, o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede/AL) disse que causou estranhamento o fato dele agir como uma “espécie de Tinder (aplicativo de namoro)” em Brasília, promovendo “festas que reuniam políticos, empresários, boa comida, boa música e muitas mulheres”.

“Temos informações tiradas de um aplicativo de mensagens no aparelho celular dele mostrando que se ele soubesse da existência de uma mulher bonita em Manaus, imediatamente enviava uma bolsa Louis Vuitton para ela no Amazonas, trazia para Brasília e a enturmava”, revelou Randolfe, acrescentando que Marconny também atuava como uma espécie de conselheiro do filho 04 do presidente Jair Bolsonaro, Jair Renan.

Texto: Gerson Severo Dantas

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