quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Ministro da Educação nega favorecer pastores e envolvimento de Bolsonaro

O Centrão pressiona Bolsonaro por uma troca no comando do Ministério da Educação desde que o escândalo do gabinete paralelo de pastores foi revelado pela imprensa.
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Bolsonaro e o ministro da educação
(Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles)

Pressionado até pela bancada evangélica, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi forçado a emitir uma nota oficial, nesta terça-feira (22), para tentar esclarecer as acusações de que favorece indicados por pastores em agendas e direcionamento de dinheiro da pasta.

Em áudio, ele aponta que o apoio preferencial seria consequência de um pedido direto do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

“A alocação de recursos federais ocorre seguindo a legislação orçamentária, bem como os critérios técnicos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE)”, escreveu Ribeiro.

O texto assinala ainda que “não há possibilidade” de o ministro ser responsável pela alocação de recursos para favorecer entes federativos.

“Registro ainda que o presidente da República não pediu atendimento preferencial a ninguém, solicitou apenas que pudesse receber todos que nos procurassem, inclusive as pessoas citadas na reportagem.”

Da Redação, com informações do Metrópoles.

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