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sexta, 23 de julho de 2021

Intercâmbio entre vacinas não matou grávidas, garante ex-coordenadora do PNI

Francieli Fantinato negou que essa estratégia, que permite aplicação em grávidas e puérperas de vacinas de marcas diferentes, tenha causado mortes das mulheres.

8 de julho de 2021

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Francieli Fantinato assinou nota técnica recomendando que grávidas e puérperas recebessem vacinas de marcas diferentes (Foto: Agência Senado)

A ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fantinato, explicou a decisão por emitir uma nota técnica recomendando a intercambialidade de vacinas para a imunização de grávidas e puérperas, o que teria causado a morte de mulheres no Brasil. A ex-servidora do Ministério da Saúde fala hoje (8) aos senadores da CPI da Covid-19.

A intercambialidade permite que uma pessoa imunizada em primeira dose com vacina de uma determinada marca possa receber, na segunda dose, vacinas de outra marca. O problema é que, em algumas grávidas, foram aplicadas a vacina AstraZeneca, imunizante não recomendado pelo fabricante a ser aplicado neste grupo populacional.

Francieli disse que a nota técnica foi fruto de discussões em câmaras técnicas e em exemplos adotados por outros países, como França e China. Francieli também afirmou que a nota técnica entrou no site no dia 14 de maio, mas já no dia 15 saiu do ar a pedido do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que solicitou novas discussões.

“Imediatamente já comuniquei aos secretários estaduais sobre essa decisão do ministro e outra nota técnica saiu no dia 19 sem essa recomendação”, explicou, acrescentando que novos estudos mostraram que a intercâmbio entre vacinas é uma boa estratégia num cenário de escassez de vacinas, como era o caso do Brasil.

Texto: Gerson Severo Dantas

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