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segunda, 04 de julho de 2022

Especialistas acreditam que ‘eleições devem ser tensas e violentas’

Na primeira entrevista da série sobre legislação eleitoral da TV RealTime1, os advogados Leland Barroso e Robério Braga falaram sobre Justiça Eleitoral e a tensão nas ruas.

19 de janeiro de 2022

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Leland Barroso é assessor da presidência do TRE/AM e professor de Direito Eleitoral. Robério ficou conhecido como secretário de Cultura, mas tem grande experiência com Direito Eleitoral, tendo escrito dois livros sobre o tema (Foto: RealTime1)

A eleição geral deste ano será a mais tensa e, provavelmente, a primeira marcada pela violência entre grupos adversários nas ruas brasileiras. A avaliação é do assessor da presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas e professor de Direito Eleitoral Leland Barroso e também do advogado e professor da Universidade do Estado do Amazonas Robério Braga, os primeiros entrevistados da série sobre a nova legislação eleitoral feita pela TV RealTime1 e divulgada nesta quarta-feira (19).

Para Leland Barroso, a violência verbal que todos notam nas redes sociais podem migrar muito rapidamente para as ruas no momento de contrariedade com o resultado das urnas.

“Eu não duvido que, em determinados campos, se chegue à violência física. Espero que não, mas não duvido”, afirmou Leland.

Robério Braga ponderou que a índole do brasileiro era pacífica, mas isso se modificou nos últimos anos e casos de violência nas eleições deste ano são possíveis de acontecer.

“Não tenho dúvidas de que a eleição correrá de maneira dura, com agressões entre candidatos muito mais que em outros anos, e poderemos ter intercorrências públicas que finalizem com mobilização popular contra um ou outro candidato”, afirmou, acrescentando que tem convicção de que tendo uma eleição federal, com forças federais, sob supervisão da Justiça Eleitoral, a ordem vai se impor.

“Mas é preciso estarmos vigilantes, é o tom e a expressão da Justiça Eleitoral, [agindo] com equilíbrio e sobriedade, que dará o tom da eleição”, completou.

Neste aspecto, tanto Leland quanto Robério destacaram a importância da Justiça Eleitoral para a condução das eleições brasileiras desde que foi criada, no governo de Getúlio Vargas, em 1932.

Na avaliação de ambos, a Justiça Eleitoral é atacada sem razão e foi criada exatamente para que as eleições fossem limpas e expressassem a vontade da população.

Confira a entrevista na íntegra:

Texto: Gerson Severo Dantas

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