quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Choy diz que a PGM analisa reação jurídica ao pedido de prisão

O procurador-geral do município declarou que a prefeitura de Manaus ainda não teve acesso à representação criminal movida pelo Ministério Público do Amazonas.
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O  procurador-geral do município, Marco Aurélio Choy, declarou, nesta quinta-feira (28), que a prefeitura Manaus está analisando alternativas para contestar o pedido do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) de prisão preventiva do prefeito, David Almeida (Avante).

“Estamos analisando. No entanto, ninguém teve acesso sequer a inicial. As defesas pessoais dos envolvidos precisam ter acesso aos documentos. Sem ver o processo é difícil dizer”, disse Choy.

Para entender o caso

O pedido de prisão solicitado pelo Ministério Público estadual foi negado, ontem, pelo desembargador José Hamilton Saraiva. O entendimento do magistrado é o de que o assunto compete a Justiça Federal, e não a Estadual.

Confira aqui a decisão do desembargador.

O MP-AM informou que vai recorrer da decisão.

Em nota, o prefeito se disse “profundamente indignado” com a ação do MP-AM e prometeu tomar medidas cabíveis contra o órgão. Choy afirmou que a PGM precisa ter acesso à representação criminal  para estabelecer a reação jurídica.

Além do prefeito, o MP-AM solicitou também a prisão e o afastamento dos cargos de outros membros da gestão municipal, entre eles, a secretária municipal de Saúde, Shádia Fraxe e de outras pessoas que supostamente teriam recebido a primeira dose da vacina inevidamente.

Da Redação

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