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quinta, 09 de dezembro de 2021

‘Aumento de 15,99% na energia é desproporcional’, diz Serafim Corrêa

O parlamentar afirmou que o aumento atinge em cheio a população de baixa renda que já vem sofrendo com as crises que afetam o Brasil. Aumento é devido encargos, diz Aneel.

10 de novembro de 2021

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Em novembro mais de 900 consumidores do Amazonas vão pagar uma energia mais cara (Foto: Reprodução)

O deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) repudiou na sessão desta quarta-feira (10), da Assembleia Legislativa (Aleam), o aumento de 15,99% na tarifa de energia elétrica autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 949 mil unidades consumidoras atendidas pela Amazonas Energia em todos os 62 municípios do Estado foram afetadas pelo aumento. O novo valor já entrou em vigor.

Ao RealTime1, Serafim classificou o aumento como surpreendente e descomunal já que nenhuma classe trabalhadora teve um aumento salarial na mesma porcentagem. ”Ninguém esperava que acontecesse esse reajuste por parte da Aneel. Essa conta não fecha e isso pode gerar problemas para todos nós”, avaliou.

Questionado sobre a possibilidade de derrubar o aumento, o parlamentar afirmou essa alternativa é complexa e mais uma vez lamentou o reajuste que pode agravara ainda mais a situação do cidadão que já está sofrendo com as crises econômica e sanitária.

”Infelizmente não é possível recorrer. A competência para tomar essa decisão [de baixar ou subir os valores] é da Aneel e como ela é uma agência reguladora, ela que regula esses preços. Realmente o contexto nacional é muito delicado, a inflação está voltando, já chega a quase 11 pontos percentuais e ela pune os mais pobres”, afirmou.

A Amazonas Energia divulgou em seu site que os efeitos da crise energética e os reflexos da pandemia de Covid-19 atingiram em cheio os consumidores de energia no Estado. A empresa afirmou que do reajuste de 15,99%, apenas a parcela de 3,89% é destinado para a manutenção e conservação das atividades da concessionaria.

A Aneel declarou que os valores foram impactados, especialmente, pelos custos com encargos setoriais, pelas despesas relacionadas às atividades de distribuição e pelos gastos com compra de energia.

Texto: João Luiz Onety

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