quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Após Pfizer, terça será a vez do ex-ministro Ernesto Araújo ir à CPI

Executivo da Pfizer, Carlos Murillo, explicou como foram as ofertas feitas pela empresa ao Governo Bolsonaro e negou que cláusulas do contrato fossem 'leoninas'.
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O depoimento do presidente da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo, encerrou por volta das 15h (horário Manaus) e deixou claro a opção do governo brasileiro em não aceitar as cláusulas de segurança impostas pela farmacêutica, o que atrasou a assinatura de um contrato de compra de 100 milhões de doses da vacina.

Após o encerramento dos trabalhos desta quinta-feira (13), o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD), convocou uma nova reunião para a próxima terça-feira (18), quando será tomado o depoimento do ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Texto: Gerson Severo Dantas

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