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sexta, 01 de julho de 2022

Acostumado a aglomerações, Bolsonaro diz ser contra realização do Carnaval

Apresentando comportamento negacionista desde o início da pandemia da Covid-19 no Brasil, agora, o presidente quer evitar a festa por causa das variantes do vírus.

25 de novembro de 2021

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Por onde passa, em caminhadas ou motocistas, Bolsonaro não vê problemas em grades aglomerações (Foto: Divulgação/Planalto)

Apesar de se contrapor a medidas sanitárias para conter o novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quinta-feira (25) que, por ele, não haveria carnaval em 2022.

“Por mim, não teria Carnaval. Mas tem um detalhe, quem decide não sou eu. Segundo o STF, quem decide são os governadores e prefeitos”, afirmou Bolsonaro em entrevista à Rádio Sociedade da Bahia.

A declaração do presidente mais uma vez distorce a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu autonomia a Estados e municípios para decidir sobre medidas de controle do coronavírus A deliberação da Corte, contudo, nunca retirou poderes do governo federal para lidar com a pandemia.

Como mostrou nesta quarta-feira (24) o Estadão, capitais brasileiras com tradição carnavalesca mantêm sob dúvidas a realização da festa em 2022 no momento em que a Europa já enfrenta uma quarta onda de covid-19.

Entre as grandes cidades, só o Rio de Janeiro confirmou o carnaval no ano que vem.

Em São Paulo, a decisão será tomada até o final do ano, de acordo com o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, a partir do cenário epidemiológico e vacinal.

O prefeito de Recife, João Campos (PSB), chegou a propor a criação de um comitê de prefeitos de capitais, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. A capital mineira já anunciou que não vai patrocinar a festa, como de costume. Salvador ainda não confirmou o evento.

Ainda sobre pandemia, Bolsonaro também disse durante a entrevista que a vacina contra covid-19 perde validade depois de seis meses.

“Quem está contaminado tem imunidade por muito mais tempo, isso está comprovado”, declarou, sem respaldo científico.

A imunidade induzida pelas vacinas é duradoura e efetiva no contexto da pandemia, de acordo com especialistas.

A proteção está sendo reforçada com uma terceira dose para todos os adultos por orientação do Ministério da Saúde.

Com informações do Estadão

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