O Partido da Mobilização Nacional (PMN) já tem planos traçados para a eleição de 2022 e começou a conversar com os possíveis aliados. Três candidatos também estão definidos pela direção estadual: os vereadores de Manaus Eduardo Alfaia, Kennedy Marques e Rosinaldo Bual.
De acordo com o presidente do partido no Amazonas, Orsine Júnior, o PMN participa de conversas para dividir as candidaturas que buscam vaga na Assembleia Legislativa do Amazonas e na Câmara dos Deputados. Com uma votação expressiva na eleição municipal do ano passado, Kennedy Marques quer dividir um nicho atualmente dominado apenas pela deputada Joana Darc (PL): a causa animal.
Nas últimas eleições o partido chegou perto da meta de ser uma das siglas com mais cadeiras na Câmara Municipal de Manaus (CMM), e ficou com um menos que as bancadas do PSC (Partido Social Cristão) e do Avante. Tudo isso foi construído apesar de um racha causado pela saída do ex-vereador Marco Antônio Chico Preto, que foi para o Democracia Cristã levanto uma expressiva quantidade de filiados em repúdio a pré-candidatura de Orsine à prefeitura.
O dirigente adianta ainda que o partido não deve buscar a vaga ao Senado e ainda é cedo para dar certezas sobre Governo do Estado. “As costuras políticas iniciam a partir de agora, mas é muito cedo para qualquer definição. A probabilidade depende de como irá se portar todo esse processo”, esclareceu o dirigente.
Orsine acredita que nesse pleito os cidadãos devem ser mais exigentes com os concorrentes buscando votar naqueles que de fato busquem melhorias para a região. Como desafio, para o próximos governantes, ele destaca a geração de emprego e renda e a implementação de novas matrizes econômicas que devem ser o ponto de “ataque” do PMN no programa de governo.
“A população exige candidatos que tenham trabalho e propostas para nossa região. A baixaria, fofoca ou ataques pessoais não cabem mais. Isso já ficou claro que não tem a simpatia da população”, destacou.
Texto: Giovanna Marinho
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