quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Novos atos contra Governo Bolsonaro ocorrem neste sábado em Manaus

Coordenado por sindicatos, estudantes e movimentos populares, a manifestação pede o impeachment do presidente Bolsonaro e é contra as reformas Administrativa e Tributária.
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Manifestação fora Bolsonaro

Entidades sindicais, estudantis e movimentos populares preparam mais um ato contra o governo Bolsonaro neste sábado (24), no Centro de Manaus. A pauta de reivindicação consiste no fim da tramitação de propostas como a Reforma Administrativa e de alteração na demarcação de terras indígenas, além de propor que o auxílio emergencial permaneça até o fim da pandemia e a aceleração da vacinação, com estratégias eficientes para o alcance da imunização contra Covid-19 em todo o país.

O ato acontece durante todo o sábado pelo Brasil. Em Manaus, a concentração irá iniciar às 15h, na Praça da Saudade, Centro, e seguirá até o Teatro Amazonas, finalizando com ato cultural.

Este é o quinto mês em que protestos são realizados contra a falta de políticas do governo federal durante a crise econômica e sanitária causada pela covid-19. Soma-se a isso o desejo do ministro da Economia, Paulo Guedes, em aprovar a Reforma Administrativa, considerada uma ameaça de redução no atendimento da população nos serviços públicos como saúde e educação. Além dos ataques a Zonas Franca de Manaus promovidos por Bolsonaro e Paulo Guedes, ameaçando empregos do polo industrial.

‘Live’ de mobilização

Já nesta quinta-feira (22), haverá transmissão de uma ‘live’ pelas redes sociais com o intuito de mobilizar e convidar a população para participar do ato. A transmissão acontece às 20h no perfil das redes sociais dos movimentos envolvidos no protesto, no Youtube e Facebook.

No último dia nacional de atos, foram registradas movimentações também em Tefé e Parintins, e os organizadores esperam aumentar o número de municípios com eventos no dia 24.

De acordo com a pesquisa do Instituto DataSenado divulgada na última segunda-feira (19), 73% dos brasileiros entrevistados acredita que o país começou a comprar vacinas mais tarde do que deveria. Desse total, 74% julgam o presidente da República como o maior responsável pela demora. Para a grande maioria (97%), o número de mortes seria menor caso as vacinas tivessem sido compradas mais cedo.

Com informações da assessoria

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