sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Nova gestão do TJAM tem como prioridade a regularização fundiária e a interiorização

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Desembargadores Hamilton Saraiva (esq), Jomar Fernandes (centro) e Airton Luís Corrêa Gentil (Foto: TJAM)
Desembargadores Hamilton Saraiva (esq), Jomar Fernandes (centro) e Airton Luís Corrêa Gentil (Foto: TJAM)

Os desembargadores Jomar Fernandes, Airton Gentil e Hamilton Saraiva tomaram posse nesta quinta-feira (9/1) como a nova gestão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) para os próximos dois anos.

Durante a solenidade no Teatro Amazonas, que reuniu autoridades locais e nacionais, os novos líderes destacaram suas prioridades: regularização fundiária e fortalecimento da presença do Judiciário no interior do estado.

Jomar Fernandes, eleito presidente da Corte, ressaltou que o Amazonas é o estado mais atrasado na questão fundiária. Segundo ele, a Justiça tem buscado resolver essa dívida histórica com a população do interior.

Nos últimos dois anos, cerca de 12 mil títulos de terra foram entregues com registro em cartório, algo inédito em gestões anteriores.

Fernandes afirmou que a parceria com o governo estadual continuará, agora sob a coordenação do novo corregedor, Hamilton Saraiva, que garantiu a continuidade dos projetos iniciados na gestão anterior.

Prioridades do TJAM

Entre os projetos prioritários da nova gestão está a aquisição de antenas para garantir conexão via satélite nas comarcas do interior, melhorando a conectividade do sistema Judiciário.

Também estão previstos a construção de novos fóruns e a reestruturação do quadro de pessoal, que atualmente é insuficiente.

Jomar Fernandes mencionou que há um novo concurso público em estudo para preencher essas lacunas.

Segundo ele, um edital para o chamamento de magistrados já foi publicado, e levantamentos técnicos estão sendo realizados para avaliar a necessidade de novos concursos.

A cerimônia de posse foi marcada pela presença de autoridades como o governador Wilson Lima, o ministro Mauro Campbell Marques, corregedor-nacional de Justiça, e a ministra Maria Elizabeth Torres, presidente do Superior Tribunal Militar (STM).

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