O volume de serviços cresceu 2,2% no Amazonas no último mês de setembro, na comparação com agosto. Segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (12), pelo IBGE, além da recuperação no volume de serviços em setembro, na comparação com agosto, também houve crescimento de 10,8%, na comparação com setembro de 2020.
A alta no volume de serviços do mês de setembro (2,2%), frente a agosto, posicionou o setor de serviços do Amazonas na 4ª posição entre as unidades da federação com maiores avanços no período. As maiores quedas foram observadasem Sergipe (-5,7%), Acre (-4,8%) e Tocantins (-3,0%); e as maiores altas, no Distrito Federal (10,6%), Mato Grosso do Sul (3,6%), e Roraima (2,9%).
No acumulado do ano (período de janeiro a setembro), os serviços registraram 14,3% de avanço, e registraram 11,4%, no índice acumulado dos últimos 12 meses, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Receita nominal de serviços
Na receita nominal de serviços, houve alta de 3,2%, de agosto para setembro de 2021; e altas de 19,0% na comparação com o mesmo mês do ano anterior; de 18,1% no acumulado do ano (janeiro a setembro), e de 13,8%, no acumulado dos últimos 12 meses. O índice nacional da receita nominal de serviços também foi positivo (0,6%), em setembro, na comparação com agosto.
A alta na receita nominal dos serviços, de 3,2%, registrada em setembro de 2021, frente ao mês anterior, foi a quarta maior entre as unidades da federação. Os piores desempenhos foram os de Sergipe (-5,8%), Acre (-4,6%) e Amapá (-1,8%). E os melhores desempenhos, os de Roraima (13,3%), Distrito Federal (9,7%), e Rio Grande do Norte (3,6%).
Brasil
Os dados nacionais mostram que, ao contrário do que aconteceu no Amazonas, o setor recuou 0,6% na passagem de agosto para setembro e interrompeu uma sequência de taxas positivas nos cinco meses anteriores, período em que acumulou ganho de 6,2%.
Em setembro, houve recuo em 20 das 27 unidades da Federação, na comparação com o mês anterior. O maior impacto veio de São Paulo (-1,6%), seguido por Minas Gerais (-1,3%), Rio Grande do Sul (-1,3%), Pernambuco (-2,2%) e Goiás (-2,2%). Já Rio de Janeiro (2,0%), Distrito Federal (2,9%) e Mato Grosso do Sul (3,6%) tiveram as maiores altas.
Fonte: IBGE Amazonas
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