sexta-feira, 12 de julho de 2024

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Governo planeja programa com passagens aéreas a R$ 200

Servidores, aposentados e pensionistas, além de estudantes com Fies, poderão comprar duas passagens por ano de R$ 200 cada, parcelado em 12 vezes pela Caixa.
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Passagens aéreas

Em fase de elaboração, o programa Voa Brasil deve atender a um público com renda de até R$ 6,8 mil com oferta de passagens aéreas por R$ 200, com pagamento financiado pela Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Revelada esta semana pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Márcio Franca, a iniciativa é uma das propostas do governo Lula para aquecer o setor de aviação civil.

Servidores públicos, aposentados e pensionistas, assim como estudantes que recebem o Fies, terão direito a comprar duas passagens por ano, com preço fixo de R$ 200 cada, podendo parcelar em 12 vezes por meio de financiamento pela Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Neste caso, a Caixa e o Banco do Brasil serão responsáveis por efetuar o pagamento às companhias aéreas.

Além do público-alvo citado pelo ministro, outras pessoas – que tenham renda de até R$ 6,8 mil – também poderão participar, desde que paguem de forma antecipada, e não parcelada. As passagens a R$ 200 estarão disponíveis apenas durante um período específico do ano, que coincide com os meses intermediários das temporadas nos aeroportos: a partir da segunda metade de fevereiro até junho, e depois nos meses de agosto, setembro, outubro e novembro.

O ministro acredita que, se a formatação do programa ocorrer sem problemas, o Voa Brasil poderá ser iniciado no segundo semestre, utilizando 5% da capacidade ociosa das aeronaves. A porcentagem aumentará gradualmente a cada semestre, chegando a 20% no quarto semestre de operação do programa.

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Na avaliação de Marcio França, o programa provocará redução de preço geral nas passagens, já que reduz a ociosidade das companhias áreas. Ele afirmou inclusive que as ações das empresas teriam subido pelo entendimento de que a partir do programa “vão voar lotadas”.

“Temos uma luta paralela, que é o preço do combustível de aviação (QAV), a gente quer que seja reduzida. Mas as companhias estão fazendo seu papel, oferecendo ao governo um voo mais barato para muitas pessoas”, disse.

O ministro destacou ainda o pedido do presidente da República, Lula, para que mais 100 aeroportos brasileiros passem a receber voos de carreira além de aumentar o número de empresas disputando o mercado.

“Número de aeroportos diminuiu porque voos ficaram concentrados em aeronaves maiores. Queremos várias empresas disputando, vai ter uma nova chegando agora que vai disputar mercado”, disse.

Do Estadão Conteúdo

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