O Amazonas encerrou 2024 com o maior efetivo de galináceos da sua história: 5,5 milhões de aves. O dado é da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), divulgado pelo IBGE.
O grupo inclui galinhas, perus e faisões, mas as galinhas domésticas são a base da produção. Sozinhas, somaram 3,8 milhões de cabeças, deixando para trás os rebanhos de bovinos (2,6 milhões), búfalos (152,7 mil) e suínos (82 mil).

Manaus é o centro dessa criação, com 2,8 milhões de aves, seguida por Manacapuru (752,9 mil) e Iranduba (480,1 mil). No outro extremo, Uarini teve apenas 910 galináceos.
📲 Participe do canal do RealTime1 no Instagram
A concentração em municípios próximos da capital se explica pelo consumo: a Região Metropolitana é o principal mercado do estado. No Brasil, o total de galináceos chegou a 1,6 bilhão e, na Região Norte, 51,5 milhões.

Ovos em alta
A produção de ovos também registrou avanço expressivo. Em 2024, o Amazonas produziu 72,6 milhões de dúzias de ovos de galinha, 10,4 milhões a mais que no ano anterior. É o segundo maior volume da série histórica, atrás apenas de 2021.
Manaus liderou com 40,6 milhões de dúzias, seguida de Manacapuru (11,3 milhões) e Iranduba (5,8 milhões). O valor gerado chegou a R$ 552,4 milhões, representando 1,3% da produção nacional e quase um terço da produção da Região Norte.

A criação de codornas, embora menor, também teve destaque: 635 mil dúzias de ovos, o que equivale a 40,9% de toda a produção nortista. Manaus, Manacapuru e Iranduba novamente lideraram. O faturamento do setor foi de R$ 1,9 milhão.

Os números reforçam a força da avicultura no Amazonas, que se consolida como protagonista na pecuária regional, superando com folga a criação de grandes animais.
Leia Mais: