Representantes da FIEAM e entidades ligadas à produção de bebidas reuniram-se com o deputado estadual Adjuto Afonso (União Brasil) e o secretário de Estado de Energia, Mineração e Gás do Amazonas, Ronney Peixoto, para tratar da implantação do Selo Fiscal, Garantia de Origem, Sanitária e Ambiental em embalagens de água mineral.
Os objetivos do selo são o combate à concorrência desleal, o controle da falsificação do produto, da sonegação de impostos e a garantia ao consumidor da procedência da água comercializada no estado.
Segundo Carlos Lancia, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam) e do Sindicato Nacional de Águas Minerais (Sidinam), a obtenção do selo exige rigoroso cumprimento das normas sanitárias.
“Como a licença sanitária passou a ser anual, então aquela empresa passa por, no mínimo, uma inspeção por ano”, afirma Lancia.
Para o presidente da FIEAM, Antonio Silva, o papel das entidades envolvidas é defender a indústria, sobretudo, as empresas que cumprem as normas.
“Não podemos permitir que uma indústria que cumpre os requisitos necessários possa ser afetada no mercado por uma indústria que não cumpre todos esses requisitos, como ocorreu, principalmente, na pandemia”, destacou o dirigente.
O deputado Adjuto Afonso, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (Cae) da Aleam, informou que elaborou um indicativo para o governo do Amazonas com detalhes sobre o selo de água mineral e se comprometeu a liderar a aprovação do selo no parlamento em virtude dos benefícios que ele trará para a população.
Estavam presentes na reunião o vice-presidente, da FIEAM, Nelson Azevedo, o presidente do Sindicato das Bebidas em Geral do Amazonas, Luiz Cruz, técnicos da Sedecti, e demais empresários ligados ao setor.

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