quarta-feira, 23 de setembro de 2026

No pior mês da pandemia, AM contratou mais do que demitiu, aponta Caged

Segundo dados do Caged, em janeiro de 2021 o estado formalizou 13.581 admissões de trabalhadores contra 11.525 desligamentos, ficando com saldo de 2.056 novas vagas abertas.
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No Amazonas, serviços têm desempenho positivo
Com mais de 13% de crescimento, serviços no Amazonas são destaque

Mesmo vivendo o pior momento da pandemia, o Amazonas iniciou 2021 com saldo positivo na geração de novos postos de trabalho.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta terça-feira (16) pela Secretaria de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, em janeiro deste ano, foram efetivadas 13.581 admissões formais de trabalhadores contra 11.525 desligamentos.

Com isso, o saldo entre contratações e demissões indica a abertura de 2.056 novas vagas de emprego com carteira assinada no estado.

Setor de serviços foi o que mais demitiu e contratou

O setor de serviços foi o principal responsável pela resultado positivo. Com o pico da pandemia da Covid-19 no Amazonas, o setor foi o que mais demitiu (4.837 desligamentos), mas também foi o que mais contratou (6.565 admissões) no primeiro mês deste ano, ficando com um saldo final de 1.728 novas vagas abertas.

Da mesma forma, a indústria, que sofreu com redução nos turnos de produção, escassez de insumos, medidas de distanciamento e falta de oxigênio industrial nas plantas também surpreendeu e fechou janeiro com saldo positivo de 1.291 empregos (3.373 admissões e 2082 demissões).

Já a agropecuária contratou 19 novos trabalhadores e demitiu 18, ficando com saldo positivo de apenas uma nova vaga criada em janeiro.

Construção civil e comércio tiveram perdas

Por outro lado, a construção civil, com saldo negativo de 141 empregos, e o comércio, que fechou 823 vagas, foram os setores mais afetados pela pandemia na geração de empregos no estado.

Reportagem: Lucas Raposo

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