quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Amazonas fecha 2020 com saldo positivo na geração de empregos

De acordo com dados do Caged, estado registrou saldo positivo de 10.205 novos postos de empregos formais no ano passado. Em contraste, números de dezembro registraram queda.
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Mesmo com a pandemia do coronavírus, o estado do Amazonas fechou o ano de 2020 com saldo positivo de 10.205 novos postos de empregos formais.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho, de janeiro a dezembro do ano passado, 156.990 trabalhadores foram admitidos em vagas com carteira assinada no estado.

Em contrapartida, houve 146.785 desligamentos no mesmo período.

O Polo Industrial de Manaus (PIM) foi o setor responsável por puxar a alta, com quase metade das novas admissões em 2020.

Pelos números com Caged, a indústria fechou o ano com saldo positivo de 4.748 postos formais de trabalho abertos (33.876 admissões e 29.128 demissões).

Da mesma forma, também registraram saldos positivos na geração de empregos os setores do comércio (+3.106), serviços (+1.866) e construção civil (+674).

O setor agropécuario foi o único a registrar saldo negativo de empregos formais em 2020, com -189 vagas.

Dezembro registrou quedas

Em contraste com os saldos positivos acumulados durante todo o ano passado, os números de dezembro registraram queda na geração de postos de trabalho no Amazonas.

Segundo o Caged, no último mês de 2020 o Amazonas apresentou saldo negativo de -1.250 empregos. Ainda segundo o Caged, foram 11.341 admissões formais contra 12.591 desligamentos.

A queda interrompe uma sequência de altas na geração de empregos no estado, que vinha sendo registrada desde julho.

Entre os setores, apenas o setor comercial, impulsionado pelas compras de fim de ano, teve saldo positivo de empregos, com 214 novos postos formais de trabalho abertos.

Em contrapartida, o setor de serviços foi o responsável pela maior parte das demissões registradas no mês, com saldo negativo de -624 empregos.

A agropecuária (-294), indústria (-277) e construção civil (-269) também registraram quedas.

Reportagem: Lucas Raposo

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