quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Amazonas fecha novembro com alta de empregos em todos os setores

Entre janeiro e novembro, estado registrou saldo positivo de 11.415 novos postos formais de trabalho abertos, segundo dados do Caged. Indústria liderou a geração de empregos.
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Entre os meses de janeiro e novembro o Amazonas registrou alta na geração de empregos em todos os setores da economia.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Ministério do Trabalho.

O saldo na geração de empregos com carteira assinada no estado foi positivo em 11.415 novas vagas até novembro.

Nesse sentido, no acumulado de 11 meses, foram 143.849 admissões e 132.434 demissões.

Neste período, a indústria puxou a alta, com saldo de 5.001 novas vagas abertas.

Comércio (+2.865), serviços (+2.413), construção civil (+1.041) e agropecuária (+95) também indicaram alta na geração de empregos formais.

Novembro

No entanto, levando em consideração apenas os números do mês de novembro, o resultado do Amazonas na geração de empregos também foi positivo em todos os setores.

Segundo o Caged, nos 30 dias do mês passado o estado registrou saldo de 5.436 novas vagas de emprego abertas, com 15.467 admissões formais e 10.031 demissões.

Ao contrário do resultado acumulado do ano, no qual a indústria liderou a geração de empregos, em novembro foi o setor de serviços que abriu o maior número de vagas, com saldo positivo de 2.358 postos.

Em seguida aparecem o comércio (+2.280), indústria (+776), construção civil (+17) e agropecuária (+5).

Brasil

Pelo quinto mês consecutivo, o número de contratações com carteira assinada superou o de demissões no Brasil. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (23) , o país criou 414.556 vagas de emprego em novembro. O número é o melhor da série histórica da pesquisa, iniciada em 1992.

Diante da sequência de dados positivos, portanto, o saldo acumulado em 2020 ficou positivo pela primeira vez e chegou a 227.025 postos de trabalho criados ao longo do ano.

Nesse sentido, o desempenho no ano foi motivado especialmente pelo programa do governo que permitiu a suspensão de contratos de trabalho e a redução de salários e jornada, medida que, segundo especialistas, evitou um número maior de demissões.

Reportagem: Lucas Raposo

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