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sexta, 27 de maio de 2022

Troca no Ministério da Economia pode ameaçar a ZFM, avaliam lideranças

Preocupação de empresários e parlamentares é com relação à possibilidade de ataques ao modelo industrial e à tentativa de alteração nas alíquotas de incentivos tributários.

7 de fevereiro de 2022

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Mudança no Ministério da Economia pode ameaçar indústria no Amazonas (Foto: Reprodução)

A substituição no comando da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade confirmada pelo Ministério da Economia, na última semana, preocupa empresários da indústria e até mesmo os parlamentares. Enquanto o último titular, Carlos da Costa, mostrava interação com o setor industrial e com os ‘atores’ da Zona Franca de Manaus (ZFM), a nova secretária, Daniella Marques, é diretamente ligada ao ministro Paulo Guedes.

Para o deputado federal Marcelo Ramos (sem partido), o momento é de alerta e observação.

“A nova secretaria é completamente alinhada com o ministro Paulo Guedes e não tem os laços com os atores da ZFM que o secretário Carlos da Costa tinha. Estabeleci uma boa relação com ela (Daniella Marques) na Reforma da Previdência, que presidi, e espero que ela respeite o modelo industrial e os empregos dos amazonenses”, externou o parlamentar.

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e economista, Nelson Azevedo, ressaltou que a preocupação é relacionada à possibilidade de novos ataques ao modelo industrial e à tentativa de alteração nas alíquotas de incentivos tributários concedidos.

“Toda mudança gera preocupação. Qualquer alteração na alíquota de incentivos e impostos tira as vantagens comparativas e compromete a competitividade dos produtos”, comentou.

Azevedo adiantou a possibilidade de tentar mobilizar a bancada parlamentar amazonense junto ao segmento empresarial, inclusive dos demais estados que compõem a Amazônia Ocidental, para tentar emplacar uma reunião com a nova secretária na tentativa de defender e apresentar o modelo ZFM e a representação econômica.

A reportagem tentou contato com o Ministério da Economia para obter informações com relação à transição de cargos, mas até o fechamento da edição não obteve resposta.

Texto: Priscila Caldas

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