O pedido de ajuda feito pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi) à Procuradoria-Geral do Estado (PGE), na tentativa de pressionar os órgãos ambientais a aprovar projetos pendentes, não surtiu muito efeito. Os projetos seguem travados e sem respostas.
A PGE informou que não vai se pronunciar sobre o assunto. Procurados pela reportagem, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) informaram da impossibilidade de atendimento à demanda, nesta quinta-feira (10).
Conforme a Ademi, mesmo após o firmamento de Acordo de Cooperação Técnica entre a Semmas e o Ipaam, há três semanas, com o objetivo de dar celeridade aos trâmites, os 35 processos ambientais direcionados à construção civil continuam pendentes de aprovação.
Entenda o caso:
A Ademi e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM) informaram, em maio, que os projetos ambientais estavam travados há pelo menos oito meses na dependência de análise por parte da Semmas e do Ipaam e que os atrasos impedem o andamento do segmento da construção civil e o consequente lançamento de empreendimentos imobiliários no Amazonas.
Na tentativa de pedir ajuda quanto à celeridade nas aprovações dos projetos, a Ademi protocolizou documento à PGE, no final de maio deste ano.
Texto: Priscila Caldas
Leia Mais: