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domingo, 24 de outubro de 2021

Pendências em órgãos ambientais ‘travam’ setor imobiliário

Pendência na liberação dos projetos ambientais que preveem novos empreendimentos imobiliários, no estado, impedem o trabalho da construção civil. Atrasos chegam a 12 meses.

19 de maio de 2021

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Atrasos na aprovação de projetos impedem trabalho da construção civil. (Foto: Reprodução)

Atrasos na liberação de projetos ambientais por parte dos órgãos estadual e municipal travam os setores da construção civil e consequentemente, o imobiliário. A demora na aprovação, segundo os empresários dos segmentos, chega próximo aos 12 meses, comprometendo os resultados dos setores.

De acordo com o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), Albano Máximo, um volume expressivo de projetos estão pendentes de aprovação por parte da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas).

O presidente ressalta que sem permissão dos órgãos competentes para dar andamentos aos projetos, as empresas ficam impossibilitadas de realizar novos lançamentos. Esse, segundo ele, é um dos gargalos que afetam o desempenho do setor, atualmente.

“Além do aumento expressivo no preço do material de construção, enfrentamos o grave problema do acúmulo de projetos na Semmas. Há cerca de oito meses não temos aprovação nenhuma. Somente em maio as primeiras aprovações começaram a aparecer. Logo, só deveremos ter lançamentos a partir do segundo semestre”, disse.

Por falta de mão-de-obra projetos seguem para Ipaam

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), Frank Souza, afirma que existem projetos que há pelo menos um ano aguardam o aval da Semmas.

Ao questionar o órgão municipal, Souza disse que foi informado, pelo secretário Antonio Ademir Stroski, que a dificuldade está na falta de técnicos, mão-de-obra suficiente para atender à demanda.

Segundo Souza, os projetos foram encaminhados ao Ipaam na tentativa de dar celeridade aos trabalhos.

“O secretário Stroski nos informou da dificuldade de recursos humanos necessários aos trabalhos e que os projetos seriam encaminhados ao Ipaam. Acreditamos que no Ipaam os documentos terão andamento. Esse é um dos grandes gargalos que o setor da construção civil enfrenta em decorrência da demora nas liberações”, informou.

“Essa demora faz com que as empresas não consigam lançar novos empreendimentos. Impede a ocorrência de novas contratações e a economia fica depreciada”.

A reportagem do portal Real Time1 tentou entrar em contato com a Semmas e com o Ipaam, mas até o fechamento da edição não obteve resposta.

Texto: Priscila Caldas

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