quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Em 10 anos: comércio do Amazonas perde receita, mas ganha empregos

Entre 2010 e 2019, participação do comércio local no Norte caiu 6,9 pontos. Por outro lado, pessoal ocupado em atividades comerciais cresceu 12,1%, segundo dados do IBGE.
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Comércio repete orientação de 2024 e pede que empresários reforcem estoques para 2025 devido à seca. (Foto: reprodução)

Os dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC) 2019, divulgada nesta quinta-feira (29), pelo IBGE, mostram que a receita bruta de revenda do Amazonas perdeu 6,9 pontos percentuais de participação na Região Norte, em dez anos, partindo de 31,7% de participação, em 2010, para 24,8%, em 2019.

Mas, apesar disso, nesse período, o pessoal ocupado em atividades comerciais no estado aumentou 12,1%, passando de 77,4 mil, em 2010, para 88,1 mil, em 2019.

Já o número de unidades locais de empresas comerciais cresceu 3,5%, indo de 8,1 mil, em 2010, para 8,4 mil, em 2019.

Em 2019, frente a 2018, o Amazonas empregou 1.571 pessoas a mais (partindo de 86.580, em 2018, para 88.151 pessoas ocupadas, em 2019), ou seja, crescimento de 1,8% em um ano. No entanto, nesse período, o número de unidades locais caiu de 9.092 para 8.422; o que representa 7,4% de perda em um ano.

Os números de empregos no comércio amazonense vêm caindo desde 2015, ano em que o setor empregou mais pessoas, 92.466, no total.

Considerando a Região Norte, houve crescimento no número de pessoas ocupadas em unidades locais do comércio, de 272.307, em 2010, para 318.079, em 2019, o que representa 14,4% mais pessoas trabalhando no setor. O Estado da Região Norte com maior número de pessoas ocupadas é o Pará, com o total de 117.069.

Já o maior crescimento no número de empregos no comércio, entre 2010 e 2019, foi o de Roraima, que saltou de 13.279 pessoas ocupadas, em 2010, para 19.807, em 2019, 33,0% de alta.

Fonte: IBGE Amazonas

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